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segunda-feira, 18 de abril de 2016

PROFESSORES E TÉCNICOS DA UESPI DEFLAGRAM GREVE POR TEMPO INDETERMINADO



Docentes e técnicos administrativos da UESPI deflagraram, em Assembléia Geral, realizada hoje (18) pela manhã, greve geral da categoria, por tempo indeterminado. A atividade, que contou com a participação de mais de 150 professores, reuniu também dezenas de estudantes e técnicos administrativos da instituição, incluindo os campi do interior do Estado.

Além da exigência da revogação imediata da Lei de Enquadramento (6.722/2016), a greve da categoria reivindica também a implantação imediata das progressões e mudanças de regime, que foram barradas antes do dia 02 de Março, data da publicação da Lei.

O posicionamento apontado pela assembléia dos docentes também foi em defesa das pautas estruturais da instituição. Para a presidente da ADCESP, Lina Santana, a possível retirada da UESPI da Lei de Enquadramento não responde às demandas imediatas da instituição. “Nossa reivindicação passa por necessidades urgentes, como a garantia do quadro de docentes e técnicos efetivos exigidos para a validação de cursos, pagamento de bolsas de assistência estudantil para a comunidade discente, juntamente com o pagamento da Bolsa Alimentação dos técnicos administrativos, além da construção de bibliotecas, laboratórios, entre outras reivindicações”, afirma.

Após Assembléia, professores, estudantes, técnicos se reuniram para construir um calendário de ações e mobilizações para o período de mobilizações. Já está marcada uma nova Assembléia para próxima quarta-feira (27 de abril).










quarta-feira, 9 de setembro de 2015

14/09: plenária comunitária sobre problemas de estrutura e falta de espaços na UESPI

Atenção! Plenária comunitária (estudantes, técnico-administrativos, docentes e comunidade em geral) sobre problemas de estrutura e falta de espaços na UESPI.
Será dia 14 (segunda-feira), às 9h, no Anfiteatro do CCN (perto dos caixas eletrônicos).
Participe!
....
CAMPANHA: ESTE PRÉDIO PRECISA SER DA UESPI!
O prédio é de uma Fundação (faculdade particular) que deve mais de R$ 13 milhões à UESPI. O prédio foi construído com o dinheiro público (financiamento do BNB), enquanto a UESPI sofre com falta de estrutura decente e falta de verbas do governo. É hora de lutar para conquistar este prédio e melhorar as condições de trabalho e estudo no campus Torquato Neto.
Já há uma ação judicial movida pela UESPI para que o prédio sirva como parte do pagamento da dívida.
É preciso reunir o movimento estudantil, docente, dos técnicos-administrativos e toda a sociedade nesta luta! Este prédio precisa ser da UESPI!


quinta-feira, 25 de junho de 2015

Assembleia geral discute encargos docentes, cortes na Educação e possibilidade de greve


HORA DE LUTAR! URGENTE!
CONTRA O CORTE DE VERBAS NA EDUCAÇÃO PÚBLICA, QUE AFETA O PIBID E OUTROS PROGRAMAS!
CONTRA A SOBRECARGA DE TRABALHO (RESOLUÇÃO DE ENCARGOS DOCENTES)!
EM DEFESA DE NOSSOS DIREITOS (REAJUSTE APROVADO EM LEI DESDE 2013)!
Nesta sexta, dia 26 de junho, às 9h30, no auditório do Palácio Pirajá, será realizada assembleia geral docente na Uespi.
Dentre as pautas, teremos:
- "Resolução de Encargos Docentes" (que tem provocado sobrecarga de trabalho em sala de aula e adoecimento de docentes);
- Corte de verbas da Educação que afeta as bolsas do PIBID;
- Desrespeito à lei aprovada em 2013 que garantia parcela de reajuste em maio deste ano.
Discutiremos ainda sobre o processo de mobilização docente (estamos em Estado de Greve, um alerta ao governo de que podemos deflagrar greve a qualquer momento).
Todos à luta!

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Docentes da UESPI paralisam atividades nesta quinta-feira





Nesta quinta-feira (11 de junho), os docentes da Universidade Estadual do Piauí (Uespi) realizam paralisação por 24h. O movimento faz parte do calendário de mobilização da categoria que exige do governo Wellington Dias (PT) o cumprimento do reajuste integral aos docentes conforme está garantido por lei aprovada em 2013. Em maio, sem qualquer acordo com a categoria docente, o governador descumpriu a lei do reajuste, deixando a categoria revoltada.

A paralisação desta quinta-feira é uma advertência ao governo estadual. A categoria docente, que também se mobiliza por melhorias gerais na Uespi, pode deflagrar greve por tempo indeterminado caso as negociações com o governo não avancem. Em assembleia geral realizada no dia 2 de junho, a categoria aprovou “Estado de Greve”, que é um momento de preparação para a deflagração de greve geral, a qualquer momento.

Nos próximos dias, o comando de mobilização docente se reunirá para avaliar o movimento e para estabelecer nova data de assembleia geral da categoria.

Nossas pautas de reivindicação, dentre outras, são:

- Cumprimento imediato da Lei de reajuste aprovada em 2013 (sem o "reparcelamento" imposto pelo governo)

- Assistência estudantil: regularização do pagamento das bolsas e auxílios estudantis; construção de restaurante universitário em todas as unidades

- Concurso para técnico-administrativo e professor efetivos

- Cumprimento da lei 124/2009 (efetivação de todo o quadro docente; isonomia salarial para professores temporários, dependendo da titulação e jornada de trabalho)

- Garantia de repasse do valor integral do orçamento 2015

- Garantia da implementação das progressões e promoções

- Desvinculação da conta da UESPI da conta única

- Discussão democrática do PPA/LDO



Junto à reitoria, vamos exigir:

- Revisão da resolução sobre "Encargos Docentes" que precariza ainda mais o trabalho docente

- Democratização dos espaços de deliberação acadêmicos

terça-feira, 2 de junho de 2015

Assembleia geral aprova "Estado de Greve": queremos a implantação salarial do que está na Lei e negociação imediata sobre as demais reivindicações



A Assembleia docente da UESPI aprovou neste dia 02 de junho o Estado de Greve, sinalizando ao governo do Estado a necessidade de discutir a pauta de reivindicações na universidade.

O Estado de Greve é um momento de preparação para a deflagração da greve a qualquer momento, caso o governo mantenha a postura de desrespeito em relação às demandas da universidade. O Secretário de Administração, representante do governo na audiência pública na Assembleia Legislativa no dia 1° de junho, não apresentou nenhuma proposta para a solução dos problemas financeiros da universidade, e nem mesmo sobre o cumprimento da Lei que garante parcela de reajuste integral para o mês de maio.


A Assembleia aprovou a constituição de um comando de mobilização, inclusive em unidades do interior.
Aderindo ao calendário de Parnaíba, a assembléia aprovou o dia 11 de junho como dia de paralisação e de atividades para mobilização de greve. Neste dia, haverá debate no campus Torquato Neto sobre "Dívida Pública e orçamento da UESPI", como uma das atividades da paralisação.

Como maior patrimônio do Estado do Piauí e elemento essencial de qualquer política de desenvolvimento que permita aos trabalhadores a melhoria de suas condições de vida, a UESPI não aceita pagar pelo "ajuste fiscal" enquanto o governo continua gastando com áreas não prioritárias, ampliando o número de suplentes na ALEPI, de cargos comissionados e mordomias.

MOBILIZAÇÃO - Foi avaliado como bastante positivo o processo de mobilização no campus de Picos e o início da organização do movimento em Parnaíba. A comissão de mobilização vai se reunir nos próximos dias para chamar reunião com centros acadêmicos na próxima semana, e para definir cronograma de visita aos campi.




Nossas pautas de reivindicação, dentre outras, são:

- Cumprimento imediato da Lei de reajuste aprovada em 2013 (sem o "reparcelamento" imposto pelo governo)

- Assistência estudantil: regularização do pagamento das bolsas e auxílios estudantis; construção de restaurante universitário em todas as unidades

- Concurso para técnico-administrativo e professor efetivos

- Cumprimento da lei 124/2009 (efetivação de todo o quadro docente; isonomia salarial para professores temporários, dependendo da titulação e jornada de trabalho)

- Garantia de repasse do valor integral do orçamento 2015

- Garantia da implementação das progressões e promoções

- Desvinculação da conta da UESPI da conta única

- Discussão democrática do PPA/LDO


Junto à reitoria, vamos exigir:

- Revisão da resolução sobre "Encargos Docentes" que precariza ainda mais o trabalho docente

- Democratização dos espaços de deliberação acadêmicos


segunda-feira, 1 de junho de 2015

Assembleia Geral nesta terça, 2 de junho, discute proposta do governo e deflagração de greve

Assembleia geral será às 9h, no Anfiteatro do CCN; nesta segunda-feira, estudantes, servidores e docentes da UESPI participaram de audiência pública na Assembleia Legislativa. A comunidade universitária reivindicou mais verbas e autonomia para a Uespi, assistência estudantil, melhorias salariais para os técnico-administrativos, o cumprimento da Lei aprovada em 2013 que estabelece reajuste para os docentes, dentre outros pontos. Veja uma das matérias veiculadas na imprensa local sobre a audiência pública:

 Servidores se reúnem com representantes do Governo, mas não chegam a acordo

01/06/2015 • 14:23
Por Izabel Lins

Professores e técnicos da Universidade Estadual do Piauí estiveram reunidos na audiência pública realizada nesta segunda-feira (01), os servidores esperavam receber uma proposta do Governo em relação ao cumprimento da lei que dá direito ao reajuste de salários, dentre outras reivindicações da categoria.


“A Uespi tem tratamento de escolão e nós estamos pedindo melhorias não só para servidores. A greve nesse momento é praticamente inevitável”, afirma o presidente da ADCESP (Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Piauí), Daniel Solon, o qual pediu que a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Piauí fizesse uma diligência em cada campus, a fim de que se possa ver de perto a atual situação na universidade.


A presidente do Sindicato dos Técnicos da Uespi, Leda Simone Carneiro, afirma que em todo o Piauí são cerca de 382 técnicos e que esse é um número bem aquém do necessário. Em seu discurso, o deputado Evaldo Gomes (PTC) se colocou a favor da categoria. “Precisamos buscar o diálogo porque a Uespi poderá fechar suas portas. Se não houver um entendimento, o caos será generalizado e quem perde é a sociedade piauiense”, disse Gomes.


O deputado se mostrou indignado ao afirmar que o Governo não teria dinheiro para os servidores, mas não possui coerência ao convocar 10 suplentes para assumir uma vaga na casa. Durante a audiência, os professores, técnicos e alunos da universidade ficaram revoltados com a saída do secretário de Administração, Franzé Silva, o qual não ficou até o final da audiência alegando uma reunião com os policiais para também tratar de reajuste.

Amanhã (02), os professores da instituição se reunirão novamente em assembleia e segundo Daniel Solon.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Relato sobre a assembleia geral e sobre a negociação de hoje com o governo




A assembleia geral de hoje pela manhã foi iniciada por volta das 9h30, com informes sobre as mobilizações da Adcesp por locais de trabalho (já visitamos Parnaíba, Oeiras, Picos, Floriano, e em Teresina houve trabalho de mobilização nos campi Torquato Neto e Clóvis Moura, e na Facime), sobre a necessidade de se ampliar o trabalho de visita a outros campi (retornando a Parnaíba e outros anteriormente visitados). Alguns pontos debatidos foram:

PARALISAÇÃO NESTA SEXTA-FEIRA:

Ratificou-se como de fundamental importância a paralisação por 24 horas, nesta sexta-feira (29 de maio), como advertência ao governo do Estado por conta do descumprimento da nossa Lei de reajuste (aprovada ainda em 2013), e em adesão à luta nacional convocada pela Central Sindical e Popular – CSP Conlutas e outras organizações, em defesa de direitos, contra o projeto de lei das terceirizações, e contra as Medidas Provisórias do governo Dilma/PT (Mps 664 e 665 que atacam o seguro desemprego, PIS, pensão por morte). Haverá concentração docente às 7h30 da manhã no Campus Torquato Neto, mobilização no Clóvis Moura, e visita à Facime, de onde se sairá em mobilização, passando pelo IFPI e em seguida para a praça da Liberdade, às 10h, unificando ato da CSP Conlutas e CUT.

INDICATIVO DE GREVE:

Um dos pontos da assembleia geral desta quinta era a deflagração do movimento grevista, mas diante da informação de que haveria nova reunião com o secretário de administração às 11h30 da manhã, a categoria decidiu pela convocação de nova assembleia geral no dia 2 de junho (terça, às 9h, no campus Torquato Neto), quando teremos mais informações para tomarmos a melhor decisão. Ressaltou-se que é preciso aumentar a mobilização e tomar o exemplo de organização do campus de Picos, onde o grau de mobilização de toda a categoria universitária é muito bom.

ENCARGOS DOCENTES: 

Foi aprovada uma comissão (Lina, Lucineide, Ana Bezerra e Omar) para participar de reunião de negociação com reitor, onde vamos reivindicar revogação da resolução que aumenta a precarização do trabalho docente.

AUDIÊNCIA PÚBLICA NA SEGUNDA-FEIRA:

Segunda-feira, 1º de junho, às 9h, no Plenarinho da Assembleia Legislativa, haverá audiência pública sobre a UESPI. O requerimento de audiência foi apresentado pelo dep. Evaldo Gomes, presidente da Comissão de Educação da Assembleia, a pedido da Associação dos Docentes da UESPI (Adcesp). Foi unânime, entre os presentes na assembleia geral docente, que deve ser feita uma boa mobilização nos campi, para que a dura realidade da Uespi seja exposta, e para cobrar do governo e Assembleia Legislativa encaminhamentos que realmente venham a atender as demandas da comunidade universitária (mais verbas e autonomia financeira, política decente de assistência estudantil, concurso público imediato para efetivação do quadro funcional da Uespi como um todo, melhoria das estruturas, laboratórios, bibliotecas etc). As pessoas de fora de Teresina interessadas em participar da Audiência Pública devem procurar a Adcesp (86 3213-2300) para solicitar ajuda de custo (passagem de ida e volta e alimentação), se necessário.

REUNIÃO COM O GOVERNO

(Enfatizamos que esse é um relato preliminar, ou seja: pode sofrer correções, tendo em vista que o autor do relatório pode ter se esquecido ou se equivocado em alguns pontos).


A reunião com o secretário estadual de Administração, Franzé Silva, inicialmente marcada para às 11h30, começou por volta das 13h10. Inicialmente, a comissão de docentes informou que a proposta inicial do governo (de parcelamento do reajuste previsto em lei para maio) foi rejeitada por unanimidade na assembleia geral de hoje pela manhã, por considerar um grave ataque a um direito conquistado com muita luta. Falamos ainda que temos outras pautas (as que elencamos no tópico anterior sobre a “Audiência Pública”) e queríamos encaminhamentos práticos para o atendimento integral de nossas reivindicações. O secretário pediu a palavra para anunciar uma outra proposta sobre parcelamento (sobre a qual nos ateremos mais adiante). Depois que ele apresentou verbalmente a nova proposta de parcelamento, a comissão de representantes da Adcesp passou a questionar os argumentos do secretário e também a proposta colocada em mesa. Levantamos todas as contradições no discurso do governo sobre “crise financeira” e sobre limite de gastos com pessoal (LRF). Denunciamos que o governo diz não ter dinheiro para garantir o reajuste aprovado em lei desde 2013, mas ao mesmo tempo toma medida que aumentam gastos do estado: convocação de 9 suplentes de deputados, aumento do próprio salário; criação de secretarias, dispensa de licitação de R$ 3,9 milhões para gastos com propaganda, altíssimo gasto com mordomias da casa do governador, altos salários dos secretários, reajustes recentes dos salários dos desembargadores, aumento dos salários de procuradores e outras carreiras (a partir de Emenda Constitucional aprovada na Assembleia Legislativa, com o apoio de parlamentares do PT, base de apoio ao governo e oposição), nomeações de milhares de cargos comissionados... Denunciamos as renúncias fiscais do Estado (dispensa de cobrança de impostos) junto às grandes empresas (a exemplo da Itaipava, uma das maiores financiadoras de campanha eleitoral do governador), e a ilegalidade que é o pagamento da dívida pública junto aos banqueiros (defendemos que deve-se parar de pagar a dívida, ao mesmo tempo em que se faz uma auditoria nela, para investir os recursos na melhoria dos serviços públicos). Dissemos que o Estado está bem abaixo do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e que mesmo que um dia chegue a atingir o limite, isso não deve servir de argumento para desrespeitar as leis que garantem o reajuste e concursos públicos de professores (Lei Complementar 124/2009), por exemplo. Enfim, questionamos politicamente a LRF que só serve mesmo para precarizar os serviços públicos, e fazer caixa para o governo gastar com terceirizações, grandes obras (favorecendo empreiteiras, e agronegócio), banqueiros (dívida pública), e não impede o governo de aumentar endividamento (recentemente, fez pediu mais empréstimo para favorecer grandes obras em atendimento ao agronegócio).

A NOVA PROPOSTA

Infelizmente, a nova proposta do governo insiste em desrespeitar o direito ao reajuste da categoria docente aprovado em Lei, propondo parcelamento, com pequenas alterações com relação a proposta anterior.

A proposta apresentada anteriormente (ofício Sead 871/15) consistia em:

- Reajuste referente ao mês de maio de 2015 será pago em duas parcelas, sendo 50% em maio de 2015 e 50% em fevereiro de 2016, sendo que na segunda parcela será pago o retroativo da diferença salarial correspondente ao período de maio até a implementação do reajuste.

A nova proposta apresentada hoje pelo governo é:

1) Fica acertado pagamento de 50% no mês de maio de 2015;
2) Pagar os outros 50% no mês de janeiro de 2016,
3) Pagamento em junho de 2015 da diferença de novembro de 2014;
4) Pagamento da última parcela do reajuste referente a novembro/2015 será paga integralmente em fevereiro de/2016;
5) Pagamento das diferenças de maio e novembro será pago integralmente em fevereiro de 2016.

Notemos que o governo já demonstra a intenção de continuar descumprindo a lei de nosso reajuste (aprovado em 2013) também no que se refere à sexta e última parcela de novembro/2015, empurrando para 2016 (quando deveremos apresentar nossa pauta de reposição salarial da inflação desde 2013, e outros pontos). O secretário também não falou sobre os outros pontos de pauta (mas disse que vai participar da audiência pública do dia 1º de junho sobre os problemas da Uespi).



HORA É DE AUMENTAR A MOBILIZAÇÃO

Para o momento, estas são as informações iniciais a respeito da assembleia e da negociação com o governo. Posteriormente, faremos novas considerações a respeito do que discutido (com a contribuição de outras pessoas que participaram das duas reuniões). Nossa preocupação inicial, com este relato, foi dar conhecimento ao que foi apresentado pelo governo, para que pensemos nos próximos dias sobre nossa mobilização e sobre o posicionamento que teremos que aprovar na assembleia geral do dia 2 de junho (sobre avaliação da nova proposta do governo e sobre deflagração ou não de greve).

A hora é de aumentar a mobilização, paralisando as atividades neste dia 29 de maio, participando ativamente da Audiência Pública no dia 1° de junho, e da assembleia geral do dia 2 de junho, buscando a unidade de toda a comunidade universitária.

Todos à luta em defesa de nossos direitos e em defesa da UESPI!

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Assembleia Geral dia 28 de maio: Docentes da UESPI se preparam para greve em defesa de direitos e melhorias na Universidade




A Associação dos Docentes da UESPI enviou solicitação de audiência em caráter de urgência, para a Secretaria de Administração, e para Reitoria da UESPI, para tratar de pontos de pauta de reivindicação da categoria docente, e para alertar que os professores podem aprovar greve por tempo indeterminado na assembleia geral a ser realizada no dia 28 de maio (quinta-feira), às 9h, no Anfiteatro do CCN (Campus Poeta Torquato Neto). Também comunicamos nossa adesão ao Dia Nacional de Paralisação (29 de maio), convocada pela CSP Conlutas e outras centrais, contra o ajuste do governo Dilma/PT (retirada de direitos através das MPs 664 e 665) e contra o PL das terceirizações.

 Entre os pontos de pauta reivindicados pela categoria docente, estão:

- Implementação de reajuste salarial conforme Tabela III da Lei 6.402/2013, contemplando docentes efetivos e temporários (que devem gozar de isonomia de acordo com titulação e carga horária, conforme Lei Complementar 124/2009); O governo Wellington Dias (PT) não quer cumprir a Lei e enquanto aumenta gastos (mordomias, aumento do próprio salário, aumento de secretarias, nomeações de cargos comissionados para aliados políticos) e dispensa cobrança de impostos para financiadores de campanha eleitoral (cervejaria Itaipava), quer impor "parcelamento" do que já foi parcelado em 2013.

- Realização de concurso para docente efetivo (efetivação de todo o quadro docente, conforme Lei Complementar 124/2009); Ilegalmente, a Uespi conta com cerca de 45% de professores temporários (contratos precários, 'substitutos');

- Aprovação de Lei que estabeleça percentual da receita do Estado para financiamento adequado da Universidade (nossa luta é por mais verbas e autonomia financeira para a Uespi);

- Melhorias gerais nos campi (reformas, ampliações e construção/aquisição de novas estruturas prediais; estruturação de laboratórios e melhoria no acervo de bibliotecas);

- Internet gratuita e de boa qualidade para a comunidade universitária em todos os campi; Funcionamento dos telefones nos campi;  atualização das parcelas não pagas de suprimento de fundo dos campi;

- Atendimento da pauta estudantil (política de assistência estudantil que estimule a permanência de estudantes na Uespi: restaurante universitário para todos; melhorias nas bolsas; fim dos atrasos nos pagamentos das bolsas; residência universitária)

- Aprovação (legalização) dos cargos de coordenação, direção de centro etc, com gratificação digna da função exercida; As gratificações são baixíssimas, e ainda assim não existem legalmente.

- Revogação da última resolução de encargos docentes, que aprofunda a precarização do trabalho docente;  Queremos uma nova resolução seja construída democraticamente, com ampla discussão, a partir do Plano de Cargo, Carreira e Salários (PCCS) docente; Nova resolução sobre requisitos necessários para mudanças de nível e de classe, a partir de debate com a categoria docente.

Comunicamos ainda à Secretaria de Administração e à Reitoria que a categoria docente aprovou, em assembleia geral, adesão ao Dia  Nacional de Paralisação convocado pelas centrais sindicais para 29 de maio de 2015, em defesa de direitos (como o reajuste docente da Uespi aprovado em 2013), e contra o ajuste fiscal dos governos (em nível nacional, lutamos contra as MPs 664 e 665 do governo Dilma/PT, que retira direitos, e contra o PL das terceirizações).

Todos à luta em defesa da UESPI!

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Assembleia geral avaliará proposta de parcelamento do governo e debate sobre deflagração de greve

A Diretoria da Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Piauí-ADCESP/SSIND, CONVOCA todos os associados para uma ASSEMBLEIA GERAL a ser realizada no próximo dia 21 de maio de 2015, quinta-feira, no Anfiteatro do CCN-UESPI - Campus Poeta Torquato Neto, Pirajá, em primeira convocação às 9h e em segunda convocação às 09h30min, com qualquer número de filiados de acordo com o regimento, para deliberar sobre a seguinte pauta:
Informes;
- Avaliação da nova proposta de parcelamento feita pelo governo;
- Deflagração de Greve por tempo indeterminado;
- Encaminhamentos.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Docentes aprovam participação no dia nacional de paralisação: 29 de maio!

Em defesa dos salários, melhores condições de trabalho e direito, todos à luta!



De imediato, informamos que amanhã (15/05), às 10h30, haverá reunião entre representantes da Adcesp, Secretaria de Administração e Administração Superior da Uespi, na reitoria. Foi aprovado como encaminhamento (na assembleia geral de hoje de manhã) que as pessoas que puderem comparecer à reitoria na manhã desta sexta, para acompanhar a reunião, devem vestir preto. Na reunião com a Secretaria, vamos ouvir a proposta do governo Wellington Dias/PT no que diz respeito ao pagamento do reajuste que nos é de direito (parcela de reajuste de maio). Até o momento, pela imprensa, sabemos que o governo quer impor um "re-parcelamento" da parcela de reajuste assegurada em lei para maio. Em data posterior à reunião, com a proposta oficial (documento por escrito) do governo que vier a ser apresentada, a categoria docente voltará a se reunir em assembleia (a ser realizada na próxima semana) para avaliação do que for proposto e para aprovar novos encaminhamentos.

O ponto inicial da assembleia (análise de conjuntura, com a participação da professora Clesiana Madeiro, dirigente do Sindserm, e representante da CSP Conlutas) nos ajudou a localizar a luta da Uespi (por melhores salários, por melhores condições de trabalho, por encargos docentes justos, por mais verbas e autonomia para a universidade, por política de assistência estudantil, por concurso público...) dentro de um contexto maior de mobilização da classe trabalhadora brasileira. Por isso, aprovamos a participação da categoria docente da Uespi no Dia Nacional de Paralisação, convocado para 29 de maio pela Central Sindical e Popular - CSP Conlutas e outras centrais sindicais.

O Dia Nacional de Paralisação foi convocado para fazer a luta em defesa de direitos e contra os ajustes fiscais dos governos como o Projeto de Lei das terceirizações (PLC 30 do senado, ex-PL 4330 da Câmara), contra as medidas provisórias do governo Dilma/PT (Mps 664 e 665 que atacam a previdência e direitos como seguro-desemprego, pensão por morte), rumo à greve geral.

O dia 29 acontece dentro da Semana Nacional de Luta das Instituições Estaduais e Municipais de Ensino Superior aprovado em congresso do Sindicato Nacional dos Docentes de Instituições de Ensino Superior (Andes SN). A Semana Nacional se dará de 24 a 29 de maio, trazendo a pauta da defesa da autonomia financeira e financiamento público para as universidades estaduais e municipais.


Aprovamos ainda que:

- Devem ser realizadas visita a todos os campi da Uespi para mobilização da categoria docente e para dialogar com estudantes e servidores técnico-administrativos sobre a situação da universidade e a necessidade de luta unificada de toda a comunidade universitária, e se necessário aprovar greve docente (data de deflagração a ser definida); Chamar reunião com centros acadêmicos e Sintuespi; Apostar na mobilização de base, sem abrir mão de buscar o poder judiciário e Ministério Público, caso necessário. Distribuir material explicativo mostrando que os docentes em estágio probatório também tem o direito de se mobilizar e fazer greve (Súmula 316 do STF e outras decisões judiciais). Formar Comando de Mobilização, com representação por campus.

- Reivindicar junto à reitoria a revogação da última resolução de encargos docentes, por considerar que ela aprofunda a precarização do trabalho docente; Exigir que uma nova resolução seja construída democraticamente, com ampla discussão, a partir do Plano de Cargo, Carreira e Salários (PCCS) docente. Exigir uma nova resolução sobre requisitos necessários para mudanças de nível e de classe;

- Defender junto à Secretaria de Administração a implementação da parcela de reajuste de maio tal qual nos garante a Lei de 2013; reivindicar mudanças para melhor no PCCS docente; exigir o cumprimento da Lei Complementar 124/2009 (que determina a efetivação de todo o quadro docente da Uespi via concurso público; desde 2003 todo o quadro docente deveria ser efetivo); Exigir debate sobre a reforma administrativa (principalmente a que trata sobre a previdência do funcionalismo estadual); reivindicar mudança na lei para garantir, de fato, autonomia financeira e administrativa da Uespi; Defender a aprovação dos cargos (de coordenação etc), com gratificações correspondentes decentes;




Moção de apoio às greves em curso no País




A categoria docente da Universidade Estadual do Piauí (Uespi), reunida em assembleia geral nesta quinta-feira (14 de maio), manifesta apoio e solidariedade às lutas e greves de trabalhadores em curso em todo o país, em especial aos trabalhadores e trabalhadoras em Educação, e aos servidores municipais de Teresina e de José de Freitas, no Piauí.

Neste momento, em que trabalhadores e trabalhadoras da Educação  e servidores em geral se mobilizam por direitos e salários, reivindicamos que os governos abram canal de diálogo e negociação e que atendam as reivindicações apresentadas.

Ao mesmo tempo, repudiamos o governo autoritário e truculento de Beto Richa (PSDB/Paraná), que promoveu um verdadeiro massacre contra servidores públicos estaduais que foram às ruas em defesa da previdência pública e outros direitos. Aos professores do Paraná, nossa total solidariedade.

Encaminhamos esta moção especialmente aos sindicatos de trabalhadores e aos governos estaduais de São Paulo, Pernambuco, Pará, Santa Catarina, Paraná, Paraíba e Goiás. E às prefeituras de capitais como Macapá, Maceió e Teresina.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Assembleia geral desta quinta analisa indicativo de greve. Todos à luta!

Foto: Marcela Pacheco/O Dia

Na próxima quinta-feira (14), às 9h, teremos assembleia geral docente. Precisamos  nos posicionar diante da crítica situação vivenciada hoje pelo funcionalismo estadual, e sobre a grave realidade da Uespi (falta de condições adequadas de trabalho; falta de assistência estudantil etc), e a reforma da previdência (extinção do Iapep e implicações disso no nosso direito à aposentadoria).

O governo Wellington Dias (PT), através da imprensa, tem anunciado que não vai cumprir com a lei que garante a quinta parcela do reajuste (lei de 2013), e que não pretende realizar concursos para professores efetivos (descumprindo a Lei Complementar 124/2009). Por várias vezes, solicitamos audiência com o governador e Secretaria de Administração, para negociarmos nossas pautas mas não houve resposta.

A Adcesp, junto com outras entidades que compõem o Forum de Servidores, solicitou nova audiência com o governo, e prepara ações conjuntas em defesa de nossos direitos. Neste sentido, a participação da categoria docente da Uespi na assembleia de quinta (14) é importantíssima, para discutirmos como encaminharmos nossa luta. Na última assembleia, decidimos por aprovar indicativo de greve caso o governo não efetive o reajuste. E agora deveremos novamente avaliar nossa conjuntura e aprovarmos um calendário de mobilizações rumo a uma possível greve geral dos servidores estaduais.

Avaliaremos também a conjuntura nacional e calendário de mobilizações nacional (Dia 29/05, dia nacional de paralisações contra os ataques do governo Dilma a direitos trabalhistas e previdenciários / MPs 664 e 665; contra PL das terceirizações) e outros assuntos de nosso interesse.


Todos à luta!


(86) 3213-2300

.......

Convocatória


A Diretoria da Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Piauí-ADCESP/SSIND, CONVOCA todos os associados para uma ASSEMBLEIA GERAL a ser realizada no próximo dia 14 de maio de 2015, quinta-feira, no Anfiteatro do CCN-UESPI Pirajá, em primeira convocação às 9h e em segunda convocação às 09h30min, com qualquer número de filiados de acordo com o regimento, para deliberar sobre a seguinte pauta:
  • Informes;
  • Analise da Conjuntura;
  • Indicativo de Greve (por descumprimento de lei de reajuste salarial)
  • Encaminhamentos.