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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Professores deliberam em Assembleia Geral pela suspensão da Greve

Diante da acusação da ilegalidade, os professores deliberaram pela suspensão da greve até o final do período 2016.1.

A categoria docente da UESPI, em conjunto com os demais membros da comunidade acadêmica, decidiram hoje (23), em Assembleia Geral pela suspensão das atividades de greve. Após ser comunicada oficialmente pelo Tribunal de Justiça, na manhã do dia 22 de junho, sobre a "ilegalidade" do movimento paredista - declarada ilegal pela Justiça com ajuda do governo do Wellington Dias (PT) -, a ADCESP convocou uma nova assembleia geral, para traçar os rumos do movimento docente. Diante da acusação da ilegalidade, os professores deliberaram pela suspensão da greve até o final do período 2016.1.

Durante a Assembleia, a categoria  debateu sobre o descaso do governo, que além de deslegitimar a luta docente, ignora pautas importantes para a qualidade do exercício da profissão dentro da universidade. Não houve negociação de pautas específicas dos professores, como o reajuste salarial anual da categoria (há três anos o salário dos professores da Uespi não passou por nenhum reajuste) e o pagamento total dos retroativos, promoções, progressões e mudanças de nível, descumpridos pelo governo do Estado desde agosto de 2015.

No entanto, o movimento docente também avalia a greve como positiva e histórica. As conquistas que foram trazidas nesses 66 dias de mobilização, através de manifestações de rua e ocupações na Assembleia Legislativa, no Palácio de Karnak e nas Câmaras Municipais, impulsionadas pela força do movimento estudantil e de uma categoria unificada também com técnicos administrativos; fazem dessa greve uma das mais efetivas, educativas e construtivas da história da Uespi.

Vale lembram também que força da greve gerada pelos campi do interior emanou em um sentimento de pertencimento da Uespi enquanto uma universidade do Piauí, que deve ser defendida e considerada como um patrimônio do povo e da Educação piauiense.

A ADCESP reconhece os ganhos dessa forte mobilização em 2016, mas não esquece de considerar a situação atual e histórica de precarização da UESPI e seus reflexos no funcionamento cotidiano da universidade. Os/As professores(as), mesmo suspendendo a greve nesta quinta-feira (23), decidiram que as aulas de 2016.2 só estarão garantidas quando o restante das reivindicações forem atendidas, e todos os prazos dados pelo governo do estado forem cumpridos.

Os docentes ainda designaram um quadro de ações a serem construídas coletivamente pela ADCESP e pela categoria em geral. Segue abaixo a descrição dos encaminhamentos:

(Clique na foto para ampliar)

ATIVIDADES APÓS A SUSPENSÃO DA GREVE

- Calendário de Mobilização com visitas aos campi da UESPI;
- Campanha de conscientização sobre o que é a UESPI e seus problemas;
- Solicitar junto ao Ministério Público informações sobre os 62 cursos em via de extinção/denegação;
- Realização de Palestras;
- Realização de Aulas Públicas e Paralisações;
- Promoção de um seminário sobre Orçamento;
- Denunciar junto ao Conselho Nacional de Justiça sobre o processo de ilegalidade da greve 2016;
- Fixar outdoors denunciando o descaso do governador Wellington Dias com a UESPI;
- Twitaço no mínimo uma vez por mês denunciando também o descaso do governador Wellington Dias com a UESPI;
- Alteração da Lei 124/09.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

COMUNICADO

A Associação dos Docentes da UESPI (ADCESP) informa que, logo após da Assembleia Geral da categoria realizada na manhã desta segunda-feira (20), foi comunicada extra-oficialmente de que o Tribunal de Justiça declarou a ilegalidade da greve dos professores da UESPI. A ADCESP está aguardando a notificação oficial para os encaminhamentos jurídicos e da categoria. Tão logo tenhamos essas informações, toda a comunidade universitária será devidamente informada.



Professores permanecem em greve para garantir negociações no TJ


 Diante dos desdobramentos da judicialização da greve docente no judiciário, apresentados em audiência pública realizada no dia 15 junho, os professore da Uespi se reuniram em Assembleia Geral na manhã desta segunda-feira (20) para analisar o movimento grevista e propor novos encaminhamentos. Na ocasião, a categoria deliberou, por 42 a 40 votos, pela permanência da greve para pressionar decisão favorável do Tribunal de Justiça.

As demandas que o governo do estado ainda não apresentou nenhuma proposta são; a) o ressarcimento do retroativo referente às progressões, promoções e mudança de regime aprovadas já publicadas em Diário Oficial e atrasados desde julho de 2015; b) a implantação do reajuste salarial dos professores - defasado há três anos e afetado pelo crescimento da inflação; c) a realização de concurso público para docentes e técnicos administrativos da UESPI. A ADCESP reivindica que o governo cumpra seu papel e negocie com a categoria.

O governo se mantém inflexível quanto ao reajuste salarial anual dos professores, que segue em situação de congelamento há três anos, e quanto ao reconhecimento e pagamento dos retroativos das promoções, progressões e mudanças de nível, houve importantes avanços na própria negociação, mas ainda não há garantia de pagamento. Conhecido por sua posição de não negociar com categorias em greve, o Governador Wellington Dias (PT), viu-se obrigado a negociar com as categorias e a reconhecer a importância do movimento paredista.

Não existe nenhum recurso desfavorável a legalidade da greve. A ADCESP, através de sua assessoria Jurídica, apresentou processo de dissídio a ser julgado pelo desembargador Raimundo Alencar, responsável pelo julgamento do caso.

Para o advogado da ADCESP, Gustavo Amorim, não foi apresentada nenhuma prova, por parte do governo Estadual, de que não há recursos financeiros públicos necessários para a implementação das demandas apresentadas pela categoria docente. “Encontramos uma dificuldade política imensurável porque os gestores do governo sempre veiculam o aumento salarial da categoria, ao descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. Aguardamos o judiciário se basear no processo do estado não apresentar qualquer prova de dificuldade financeira. Não tem nenhum processo sequer comprovando a dificuldade que o Estado passa para não atender às reivindicações por retroativo e reajuste. Essa dificuldade acaba virando uma caixa preta”, alerta o advogado.

Para o concurso público, acordou-se que será criada uma comissão, paralela ao Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UESPI, destinada a elaborar o edital do certame, que virá a admitir novos docentes e técnicos para a universidade.


Em breve mais informações. 




sexta-feira, 17 de junho de 2016

PROFESSORES DA UESPI DE DIVERSOS CAMPI SE REÚNEM EM ASSEMBLEIA NESTA SEGUNDA-FEIRA(20)




Considerando a necessidade de avaliar os encaminhamentos da greve e a demanda dos campi do interior para que tenham tempo para deliberar sobre o resultado da negociação, será realizada nova assembleia docente na segunda-feira, dia 20 de junho de 2016, às 9h, no pátio do Palácio Pirajá, sede da reitoria, no campus Poeta Torquato Neto. É fundamental que tod@s os docentes da instituição se façam presentes para participar da deliberação e manifestarem seu posicionamento. A ADCESP viabilizará a vinda de docentes dos campi do interior.

As pautas são:
1) Informes;
2) Greve;
3) Encaminhamentos.




quarta-feira, 15 de junho de 2016

INTRANSIGENTE, GOVERNO NÃO NEGOCIA COM PROFESSORES QUE PERMANECEM EM GREVE

 Na audiência de conciliação realizada no Tribunal de Justiça no dia 15 de junho de 2016, o governo do Estado, representado pelo Secretário de Administração Francisco José da Silva (Franzé), manteve-se intransigente em relação ao reajuste salarial dos professores e ao pagamento do retroativo das progressões, promoções e mudanças de regime.

Diante da ausência de acordo, o Desembargador Raimundo Nonato da Costa Alencar sugeriu informalmente a judicialização do pagamento do reajuste e do retroativo e solicitou à ADCESP informações que balizassem sua decisão a respeito do pedido de liminar do Governo do Estado pela ilegalidade da greve. A reitoria da Universidade já encaminhou à ADCESP documentação que atesta o funcionamento parcial da Universidade.

Destaca-se ainda que o Governo retrocedeu nas negociações realizadas anteriormente que garantiam a implantação das progressões, promoções e mudança de regime dos docentes no contracheque referente ao mês de junho e condicionou a implantação ao resultado da deliberação da assembleia acerca da continuidade ou não da greve.

Considerando a necessidade de avaliar os encaminhamentos da greve e a demanda de campi do interior para que tenham tempo para deliberar sobre o resultado da negociação, será realizada nova assembleia docente na segunda-feira, dia 20 de junho de 2016. É fundamental que tod@s os docentes da instituição se façam presentes para participar da deliberação e manifestarem seu posicionamento. A ADCESP viabilizará a vinda de docentes dos campi do interior.

Comando de Greve se reúne após Assembleia Docente. (Foto; ADCESP)

A greve de 2016 e os ganhos para a comunidade universitária


A greve dos docentes, técnicos-administrativos e estudantes da Universidade Estadual do Piauí está prestes a completar 60 dias e se consolidou como um dos movimentos políticos mais importantes da história da instituição. As três categorias mobilizam-se ativamente e é necessário destacar a fundamental participação dos campi do interior, como Parnaíba, Picos, Campo Maior, Oeiras, Piripiri e São Raimundo Nonato que estiveram presentes em todas as atividades unificadas de greve.

Embora até o momento o governo se mantenha inflexível quanto ao reajuste salarial anual dos professores, que seguem em situação de congelamento há três anos, e quanto ao reconhecimento e pagamento dos retroativos das promoções, progressões e mudanças de nível, houve importantes avanços na própria negociação. Conhecido por sua posição de não negociar com categorias em greve, o Governador Wellington Dias (PT), viu-se obrigado a negociar com as categorias e a reconhecer a importância do movimento paredista.

Uma conquista importante do movimento grevista diz respeito à regularização das bolsas estudantis na UESPI. Pela primeira vez na história da Universidade, fixou-se uma data base para pagamento das bolsas e há o compromisso do governo em tratar tais pagamentos como prioritários, dando-se fim à situação de atrasos reiterados. Além disso, houve a regularização dos pagamentos pendentes no ano de 2016 e o pagamento da bolsa de novembro de 2014.

Ainda, conquistou-se a ampliação de 800 para 1000 bolsas trabalho, representando um incremento de 200 cotas. Parte das demandas por infraestrutura das unidades pretende ser atendidas com os recursos
oriundos do empréstimo do Banco Mundial, havendo ainda compromisso do governador em angariar outros R$ 15 milhões através de emendas parlamentares e outras fontes para investimento até 2017. Como conquista do movimento grevista, iniciou-se a aplicação de R$ 5 milhões relativos à demanda reprimida de equipamento dos campi e a constituição de uma comissão para acompanhamento da aplicação dos R$ 20 milhões.

Cabe ainda lembrar que uma das primeiras reivindicações do movimento grevista foi a revogação da lei 6772/16, atendida parcialmente com a retirada da UESPI da lei.

EM AUDIÊNCIA NO TJ, ADCESP TENTA NOVA NEGOCIAÇÃO COM O GOVERNO


AUDIÊNCIA NO TJ | Neste momento, a presidente da ADCESP, Lina Santana, participa de audiência de conciliação no Tribunal de Justiça com a presença de representantes do governo do Estado. As pautas reivindicadas são o pagamento do retroativo, o reajuste salarial e a garantia de novas vagas para docentes e técnicos, através de concurso público para a UESPI. A negociação é acompanhada pela assessoria jurídica do sindicato.

Em breve mais informações.




terça-feira, 14 de junho de 2016

PELA NEGOCIAÇÃO, DOCENTES SE REÚNEM EM NOVA ASSEMBLEIA NESTA QUARTA-FEIRA (15)

Pelo pagamento dos retroativos, por ajuste salarial e concurso público! 


Relembramos toda a categoria docente da UESPI que haverá Assembleia Geral nesta quarta-feira (15), às 10h - horário seguinte ao início da audiência com o governo no TJ. O intuito é que a assembleia geral dos professores delibere um posicionamento da categoria para as respostas oficializadas pelo desembargador sobre a greve na Justiça. Pedimos a presença, a participação e a compreensão de todos(as) os(as) docentes para a realização desta assembleia que será interligada às deliberações vindas da reunião no judiciário. 

Aguardamos todas e todos.

Por negociação para o fim da greve!

sábado, 11 de junho de 2016

EM CLIMA JUNINO, DOCENTES REALIZAM ASSEMBLEIA GERAL NESTA SEGUNDA-FEIRA (13)




A Adcesp comunica a seus associados e a toda comunidade universitária, que sua diretoria e comando de greve, juntamente com sua assessoria jurídica estiveram na manhã da quinta feira dia 09/06, no Tribunal de Justiça. Para uma audiência com o Desembargador Raimundo Alencar a quem caberá julgar a solicitação, do dia 30/05/16, do governador Wellington Dias, através da Procuradoria do Estado, de ilegalidade do nosso movimento.

Comunicamos ainda, o governador Wellington Dias voltou a peticionar ao desembargador reiterando a solicitação anterior de ilegalidade da greve, porém, o que ficou acordado foi uma reunião de conciliação para segunda feira dia 13/06 às 09:00h, o que mais uma vez vem comprovar que não somos os professores o transgressores da legalidade.

Diante de tudo acima exposto, vimos reiterar a convocação para Assembleia Geral dos docentes, dia 13/06, segunda feira, às 09:00h com um Café Junino, no pátio em frente a reitoria, reiteramos a importância da PRESENÇA e permanência de todos, pois, enquanto a  Assembleia que ocorre, uma comissão de 05 professores estará na mesa de conciliação no tribunal, sendo que as proposta a serem acordadas precisam passar pelo análise dos professores.

Será um momento de decisão em que só os professores poderão opinar através do VOTO. Diante do exposto a ADCESP solicita a PRESENÇA e a PERMANÊNCIA DE TODOS na Assembleia do dia 13/06, segunda feira, na UESPI.

Docentes e estudantes mobilizam #SOSUespi durante passagem da Tocha no interior e Capital

Manifestação em frente ao Palácio de Karnak. (Foto: Reprodução)

Enquanto a Tocha Olímpica visitava Teresina na noite desta sexta-feira (10), docentes e estudantes da UESPI – da capital e do interior -, marcaram presença no Palácio de Karnak, em solenidade da passagem da chama olímpica. Além dos professores e estudantes dos campi de Teresina, também participaram do movimento docentes e alunos de Picos, que vieram à capital em caravana. 

A mobilização em prol da campanha #SOSUespi aconteceu durante todo o dia. Pela manhã e tarde, na passagem da tocha em revezamento pelos municípios no Piauí, grupos organizados realizaram intervenções nas cidades de Piripiri e Campo Maior.  O movimento reafirma o ‘Luto pela Uespi’, e pede respostas imediatas às demandas básicas da universidade através  da campanha em favor da instituição. 

Estudantes fazem protesto em Piripiri. (Foto: reprodução)

Alunos da UESPI e estudantes do Instituto Federal de Educação (IFPI), também realizaram intervenção na passagem da tocha olímpica pelo Piauí, na manhã da sexta-feira (10), em Piripiri. Com apitos, frases e palavras de ordem, os estudantes mostraram que a defesa pela UESPI permanece acesa e latente nos corações uespianos. 

Alunos de Campo Maior recepcionam governador. (Foto: Reprodução) 

Na terra das carnaúbas, Campo Maior, o movimento grevista recepcionou a visita do governador Wellington Dias ao município. Ao sair do palco, a comitiva do governo foi abordada pelas denúncias dos estudantes e professores, que chamaram a atenção da população e da imprensa com cartazes e palavras de ordem.

Assembleia Geral segunda-feira
Em clima de festa junina, na segunda-feira (13), a categoria docente e comunidade acadêmica em geral se reúnem em Assembleia dos Docentes haverá um café Junino. As pautas da assembleia são: a) Informes; b) Greve; c) Encaminhamentos. A assembleia será realizada no pátio o Palácio Pirajá, sede da reitoria.

Docentes pela Diversidade
A ADCESP dedica total apoio a 13ª Semana do Orgulho de Ser, que iniciou-se nessa segunda-feira (06). Na edição desse ano, o evento traz como tema “Direitos: a gente quer inteiro e não pela metade”. Com uma programação recheadas de palestras, debates e manifestações culturais, a Semana tem como objetivo combater a homofobia, desconstruir preconceitos e gritar por direitos à comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais).

Ato Estadual em Defesa do Serviço Público
O Espaço de Unidade de Ação – composto pela CSP Conlutas e ANDES locais - convoca todos os docentes, técnicos, estudantes, em unidade com outras categorias e representantes de diversos movimentos sociais, populares e sindicais para a realizarão no dia 16 de junho, de uma marcha “Em defesa do Serviço Público”. O intuito é chamar a atenção da sociedade piauiense contra a aprovação do PLP 257/16 que ataca diretamente uma série de direitos e garantias trabalhistas históricos. A concentração da marcha será às 8h, na Praça da Liberdade, Centro de Teresina.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Informe de Greve 08/06: Dentro da legalidade, professores resistem por retroativo, reajuste e concurso

A ADCESP informa a toda a categoria bem como a toda comunidade universitária que continuamos em greve. Mesmo com a judicialização, solicitada pelo governo junto ao Tribunal de Justiça (TJ), nenhuma sanção por parte do governo pode ser aplicada para categoria docente, sem uma decisão judicial por parte do TJ, nossa greve completa hoje cinquenta e um dias.  

Sobre a judicialização da greve no TJ
Informamos que o desembargador do Tribunal de Justiça responsável pelo processo se dispôs a dialogar com a categoria docente amanhã dia 09 de junho as 09:00h antes de oficializar qualquer parecer sobre o caso, nesse encontro serão apresentados documentos em defesa da legalidade do movimento reforçando os pontos que nos mantêm ainda em greve com o reconhecimento das conquistas alcançadas.

Reunião com a Reitoria
Membros da diretoria da ADCESP se reuniram na manhã desta quarta-feira (08) com a Administração Superior. O objetivo da reunião foi solicitar complementações das propostas formuladas pelo Governo Estadual ao movimento grevista. O Comando de Greve, baseado em encaminhamentos da última Assembleia Geral da categoria, solicitou que o governo Estadual se pronuncie acerca de três pontos: a) pagamento dos retroativos das promoções, progressões e mudanças de regime cuja a implantação será efetuada na folha de junho deste ano; b) acerca da manifestação do Governo do Estado em nota pública sobre a concessão de reajuste salarial aos docentes; c) sobre a reivindicação de lançamento de edital para realização de concurso público para 200 professores e 362 técnicos em 2016 e contratação em 2017. (Confira a imagem abaixo)

(Clique para ampliar)


Assembleia Geral segunda-feira
Em clima de festa junina, na segunda-feira (13) a categoria docente e comunidade acadêmica em geral se reúnem em Assembleia dos Docentes onde teremos um café Junino. As pautas da assembleia são: a) Informes; b) Greve; c) Encaminhamentos. A assembleia será realizada no pátio o Palácio Pirajá, sede da reitoria.

Docentes pela Diversidade
A ADCESP dedica total apoio a 13ª Semana do Orgulho de Ser, que iniciou-se nessa segunda-feira (06). Na edição desse ano, o evento traz como tema “Direitos: a gente quer inteiro e não pela metade”. Com uma programação recheadas de palestras, debates e manifestações culturais, a Semana tem como objetivo combater a homofobia, desconstruir preconceitos e gritar por direitos à comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais).

Calendário de greve
Os comandos de greve de Teresina e Picos lançaram nesta terça-feira (07) os calendários de ações do movimento para os próximos dias.  Na sexta-feira (10), os campi de Teresina e Picos se unificam em ato de encerramento da passagem da tocha pelo Piauí. O objetivo é permanecer pautando as reivindicações docentes diante da sociedade e dos meios de comunicação. Clique AQUI e confira os calendários de mobilização de Teresina e Picos.

terça-feira, 7 de junho de 2016

GREVE NA UESPI: Veja o calendário de ações em Picos e Teresina para o início de Junho

Movimento grevista das duas cidades deve se unir na próxima sexta-feira (10), em evento de chegada da tocha olímpica na capital
Teresina (Clique para ampliar)
Picos (Clique para ampliar)






Os comandos de greve de Teresina e Picos lançaram nesta terça-feira (07) os calendários de ações do movimento para os próximos dias. 

Nesta quarta-feira (08), os docentes se reúnem com a Administração Superior da UESPI, na reitoria. Na sexta-feira (10), os campi de Teresina e Picos se unificam em ato de encerramento da passagem da tocha pelo Piauí. O objetivo é permanecer pautando as reivindicações docentes diante da sociedade e dos meios de comunicação.

Em Picos haverá panfletagem e confecção e fixagem de cartazes em pontos da cidade. Os uespianos picoenses também devem se reunir com vereadores do município para tratar de encaminhamentos aprovados em audiência pública na Câmara Municipal sobre a situação da UESPI.

No calendário de ações de Teresina, os professores e professoras em greve também participarão da Parada da Diversidade no próximo domingo (12), a concentração será em frente ao Shopping Riverside.

Nova Assembleia Docente
Na segunda-feira (13) a categoria docente se reúne em Assembleia Geral de Docentes com café Junino. As pautas são: a) Informes; b) Greve; c) Encaminhamentos. A assembleia será realizada no pátio o Palácio Pirajá, sede da reitoria.

Ato Estadual em Defesa do Serviço Público
O Espaço de Unidade de Ação – composto pela CSP Conlutas e ANDES locais - convoca todos os docentes, técnicos, estudantes, em unidade com outras categorias e representantes de diversos movimentos sociais, populares e sindicais para a realizarão no dia 16 de junho, de uma marcha “Em defesa do Serviço Público”. O intuito é chamar a atenção da sociedade piauiense contra a aprovação do PLP 257/16 que ataca diretamente uma série de direitos e garantias trabalhistas históricos. A concentração da marcha será às 8h, na Praça da Liberdade, Centro de Teresina.





INFORME DE GREVE: ADCESP AGUARDA RESPOSTA NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA


A Associação de Docentes da UESPI informa que neste momento (terça-feira, 07 de junho) nossos advogados estão de plantão no Tribunal de Justiça (TJ), aguardando despacho do desembargador responsável pelo processo da greve na justiça. Até o momento nenhuma informação nova. Qualquer novidade será publicada nos canais de comunicação do sindicato.

A ADCESP também destaca a legitimidade da greve docente, aprovada nas últimas assembleias da categoria. A associação reafirma ainda a legalidade do movimento posta em cheque pelo governo nos principais meios de comunicação do Estado e denuncia os valores absurdos aplicados pelo governo do Estado nesta campanha na mídia que desinforma a sociedade sobre a real situação da UESPI.

O movimento avalia a greve como vitoriosa, com ganhos muito importantes para os estudantes e técnicos administrativos. No entanto, como categoria docente, entende-se necessária a luta pelo pagamento do retroativo referente às progressões, promoções e mudança de regime; e pelo reajuste salarial dos professores - defasado há três anos. O objetivo da permanência da greve é garantir o cumprimento de direitos institucionais e trabalhistas, defendendo os servidores da universidade e a qualidade do Ensino, da Pesquisa e da Extensão - tripé fundamental para o funcionamento de uma Instituição de Ensino Superior (IES).

segunda-feira, 6 de junho de 2016

A GREVE CONTINUA: NOTA DE ESCLARECIMENTO



Diante da nota publicada pelo governo nos principais meios de comunicação do Estado, a ADCESP comunica o seguinte:

1) Fomos comunicados pelo Reitor que o governo o autorizou a negociar com a Categoria;

2) Diante disso, foram realizadas duas reuniões, nos dias 02 e 03/06/2016, envolvendo Reitoria e Comando de Greve. O Reitor apresentou uma proposta encaminhada pelo governo (anexo);

3) Ressaltamos que não há proposta no tocante a pagamento dos retroativos e tampouco em relação a reajuste salarial de docentes; acreditamos que o investimento com recursos públicos na caríssima campanha de propaganda enganosa do governo estadual sobre a greve já daria para pagar os retroativos das mudanças de nível, de classe e regime de trabalho dos professores;

4) De acordo com o que consta no site do Poder Judiciário do PI, o governo solicitou a ilegalidade da greve. Apesar de não termos sido notificados oficialmente, fomos ao Gabinete do Desembargador e solicitamos que sejamos ouvidos, antes de seu pronunciamento sobre o pedido do governo. Em resposta, o Desembargador acenou favoravelmente a nos ouvir; contudo, ainda não fixou a data;

5) Na nota veiculada na imprensa, o governo afirma que concedeu reajuste salarial, sem explicar que a categoria docente não foi contemplada, causando desinformação junto à opinião pública;

6) Reiteramos: o governo continua se negando a negociar reajuste salarial e pagamento dos retroativos;

7) Diante desses fatos, estamos aguardando a reunião com o Desembargador e solicitamos que a categoria se mantenha mobilizada e, no momento oportuno, convocaremos nova assembleia
para possíveis deliberações;

8) Nossa greve é justa e legal! Ilegal é o governo que não cumpre nosso PCCS!


ANEXO DA NOTA


página 01

página 02

domingo, 22 de maio de 2016


UESPI CAMPO MAIOR | O movimento de greve realiza nesta segunda-feira (23) reunião às 15 hrs no auditório do campus.

Vale lembrar que o movimento no campus está recebendo doações de roupas, sandálias e acessórios para realização de um bazar. O objetivo da atividade é arrecadar dinheiro para custear as atividades da greve.

#LutoPelaUespi

(Com informações de Flávia Vieira)


A LUTA CONTINUA - Nesta segunda-feira (23), o movimento grevista em Teresina realizará reunião conjunta com estudantes às 9h, concentração na Adcesp. Às 11h haverá reunião com a administração superior da Uespi, no Palácio Pirajá. No turno da tarde, a Adcesp e membros do comando de greve se reunirão na CSP- Conlutas.

sábado, 30 de abril de 2016

GREVE NA UESPI: Estudantes lançam paródia e mandam recado para o governador

"Mexeu com a UESPI vocês vão sair perdendo". Esse é o recado que estudantes da UESPI de Picos mandam para o governador Wellington Dias (PT) em uma paródia criativa e dançante. A música tem agitado as manifestações em defesa da UESPI em todo o Piauí.


Com um conteúdo de protesto, a paródia denuncia a situação da UESPI e provoca a inércia do governo diante da situação de descaso que vive a universidade estadual. Confira a letra completa da música:

▶Mexeu com a UESPI Paródia

🎵 Wellington veio quente 🌡 nós já tá fervendo 🔥, Wellington veio quente nós já tá fervendo, quer desafiar? Não tô entendendo 😏 mexeu com a UESPI vcs vão sair perdendo!!! 😌

🎵 Lá na UESPI tá faltando tudo, em todos os campi tá faltando tudo no laboratório tá falatando tudo! 😱 Governador fica calado e o secretário ficou mudo. 😶

🎵Quer ter livro 📘 acha que merece quer ter efetivos   acha que merece quer ter estrutura 🏣 acha que merece o governador quer fechar a UESPI

( REPETE TUDO)

🎵Cadê os auxilios? Pensa que me enrola, não paga 💰em dias pensa que me enrola, assinou a lei pensa que me enrola para de roubar e bota a grana na escola

🎵Pro professor diz não ter dinheiro, 💰❌para os alunos diz não ter dinheiro, pra educação diz não ter dinheiro pode apostar tá la no bolso do empreiteiro 👀💸💸💸

🎵Wellington veio quente 🌡 nós já tá fervendo, 🔥 Wellington veio quente nós já tá fervendo, quer desafiar? Não tô entendendo
📢📢😆 MEXEU COM A UESPI VOCÊS  VÃO SAIR PERDENDO


A UESPI É DO PIAUÍ | A criançada também apoia a movimentação grevista na UESPI

 O município de Sigefredo Pacheco também está na luta em defesa da Universidade Estadual. Pela garantia de uma universidade pública, gratuita e de qualidade para já, e para o futuro dos nossos pequenos.


#LutoPelaUespi #100motivosparaagrevenauespi

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Estudantes e professores da UESPI ocupam ruas e avenidas de Picos

UESPI PICOS | Ontem também foi dia de, mais uma vez, ocupar as ruas de Picos. Os uespianos picoenses encheram as ruas e avenidas da cidade com faixas, cartazes e palavras de ordem, e agitaram o movimento com o já consagrado ‪#‎funkdauespi‬.

A greve continua: Avante! Tod@s à Assembleia Geral Unificada em frente ao Karnak, quinta-feira, 5 de maio.








‪#‎100motivosparaagrevenauespi‬ ‪#‎LutoPelaUespi‬

Protesto pela UESPI recepciona Wellington Dias em Campo Maior

UESPI CAMPO MAIOR | Pessoalmente, o governador Wellington Dias (PT) recebeu o alerta dos uespianos campo-maiorenses. Em visita ao município, o governador foi recepcionado por um grupo de manifestantes. A greve continua e a mobilização na UESPI aumenta. Os campi do interior têm exercido um importante papel de movimentação em todo Estado. Vamos à luta! Em defesa da Universidade Estadual! Em defesa do patrimônio da educação! ‪#‎100motivospragrevenauespi‬


quinta-feira, 28 de abril de 2016

Assembleia unificada define pela continuidade da greve na UESPI

Nesta sexta-feira será realizado um ato público no centro de Teresina com ponto de chegada no Palácio de Karnak

Após 10 dias em greve, docentes, técnicos administrativos e estudantes da Universidade Estadual do Piauí se reuniram nesta quinta-feira (28) em Assembleia Geral Unificada. Com presença de representantes dos campi do interior, o movimento fez uma avaliação da greve na UESPI e encaminhou os próximos passos da mobilização. Na abertura da assembleia houve apresentação da peça "Diálogo dos Bichos", iniciando a atividade com um diálogo lúdico.

Assembleia Unificada deliberou pela solicitação de auxílio de financiamento ao sindicato nacional ANDES; pela discussão da pauta de ajuste salarial na próxima assembleia; pela solicitação de audiência do movimento de greve com a reitoria, para discutir demandas locais do âmbito da administração superior; pela elaboração, junto aos campi do interior, de uma lista de demandas locais, específicas de cada campus; por uma nova provocação de audiência  com o governador; pela articulação de uma 'Marcha pela UESPI' que unifique todos os campi do interior num grande ato em frente ao palácio de Karnak. Além desses pontos, a assembleia aprovou a convocação de uma nova Assembleia Geral Unificada na próxima quinta-feira (dia 05 de abril, às 9h), em frente ao Palácio de Karnak.
Encenação da peça teatral "Diálogo dos Bichos"

Encenação da peça teatral "Diálogo dos Bichos"

Entendendo a greve

No dia 18 de abril, após uma semana em estado de greve, a categoria técnica e docente deflagrou greve geral por tempo indeterminado. A deflagração das categorias foi apoiada pela maioria dos estudantes, que aderiram ao movimento.
Depois de mais de uma semana de mobilização grevista, dezenas de cursos paralisaram. O movimento grevista não se intimidou com o anúncio de corte dos pontos, feito pelo governador Wellington Dias (PT) mesmo sem a judicialização da greve. O setor acadêmico de Parnaíba encerrou as atividades e bibliotecas no interior também deixaram de funcionar. As aulas deixaram o espaço universitário e ocuparam as ruas, a exemplo do campus da UESPI de Oeiras, que promoveu aulas públicas em bairros da cidade e levou a discussão da greve para a Câmara Municipal.


Dentre as pautas apontadas na deflagração da greve está a revogação imediata da Lei 6.772, que enquadra os planos de cargos e mudanças de regime de servidores estaduais. Mesmo com a proposta de retirada (ainda não sancionada pelo governo estadual) da UESPI da Lei de Enquadramento, como assim foi chamada a Lei 6.772, as categorias em greve permanecem reivindicando a revogação da medida que, segundo elas, muito se assemelha ao projeto de lei nacional (PL 257/2016), que prevê congelamento de salários e desligamento voluntário de servidores públicos nos níveis federal, estadual e municipal.


Os técnicos e professores compreendem que o debate sobre esses ataques em forma de lei deve ir além dos espaços acadêmicos. "Penso que esta discussão que estamos fazendo aqui tem de sair além dos muros da UESPI, ir para as ruas, para os bairros. Devemos reforçar ainda mais os riscos que essas medidas representam sobre os direitos da população ao serviço público", sugeriu o professor de Letras Espanhol, Omar Albornoz.

A greve exige ainda a implantação imediata das promoções, progressões e mudanças de regime de trabalho dos docentes da universidade. Nos últimos meses, mais de 15% dos professores efetivos da UESPI foram atingidos pela não implementação de suas promoções e progressões em seus contracheques, antes mesmo da aprovação da Lei de Enquadramento. O movimento grevista também reivindica a implantação imediata das promoções, progressões e a reformulação do Plano de Cargos e Salários dos técnicos administrativos.


Para os alunos, os problemas relacionados a falta de estrutura e de assistência estudantil são os mais decisivos quando o assunto é o apoio e adesão à greve. As bolsas de alimentação e moradia estão atrasadas e as monitorias remuneradas foram extintas. A falta de laboratórios e de professores efetivos ameaça a validação de cursos e emissão de diplomas em todo o estado. A reforma, criação e ampliação de bibliotecas e restaurantes universitários também são demandas importantes para os campi e estão entre as reivindicações do corpo discente. A greve também exige o pagamento imediato de todas as bolsas atrasadas dos estudantes da UESPI.



Fortalecer a legitimidade nas negociações

A assembleia desta quinta-feira (28) apontou para a consolidação do comando de greve, para fortalecer a validação da negociação das pautas do moviento. Para alguns professores, o diálogo com o governo também deve comtemplar as representações das categorias em greve, incluindo os sindicatos e os membros do comando de greve. "Não é papel da reitoria negociar com o governo. Por mais que o reitor tenha boa vontade, o governador não o vê como aliado da greve, mas como parte do próprio governo. Precisamos garantir a participação de professores, técnicos e alunos em greve nas reuniões de negociação com o governo", alertou a professora Graça Ciríaco, docente do curso de Química.




 Encaminhamentos gerais

- Solicitação de auxílio de financiamento ao sindicato nacional ANDES;
- Discussão da pauta de ajuste salarial na próxima assembleia;
- Solicitação de audiência do movimento de greve com a Reitoria, para discutir demandas locais do âmbito da administração superior;
- Elaboração, junto aos campi do interior, de uma lista de demandas locais, específicas de cada campus;
- Entrar com nova solicitaçãode audiência com o governador;
- Pela articulação de uma 'Marcha pela UESPI' que unifique todos os campi do interior num grande ato em frente ao palácio de Karnak;
- Convocação de uma nova Assembleia Geral Unificada na próxima quinta-feira (dia 05 de abril, às 9h), em frente ao Palácio de Karnak.