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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Informe UNIMED aos associados beneficiários do plano


Informe UNIMED

Alertamos a todas e todos os associados beneficiários da UNIMED sobre a necessidade de pagamento atualizado da mensalidade do plano de saúde, tendo em vista que houve mudança na forma de pagamento (agora é por boleto bancário).
Os que não efetuaram o pagamento dos boletos com vencimento nos meses de setembro e ou outubro de 2014 podem sofrer suspensão no atendimento. Para evitar maiores problemas, os associados com plano Unimed devem urgentemente regularizar a situação, buscando diretamente o plano de saúde (para emissão de novos boletos) e pagamento de parcela(s) em aberto.
Os casos de desatualização de dados cadastrais (endereço, telefone) também precisam ser resolvidos, assim como dívidas anteriores ao mês de setembro de 2014, para se evitar cancelamento do plano de saúde. Neste caso, é necessário procurar urgentemente a ADCESP.


Contato UNIMED-PI
Av. José dos Santos e Silva, 1310 - Centro/Sul.
Fone: (86) 3222-2522. Fax: (86) 3221-6880
e-mail: unimed@unimedpiaui.com.br
Falar com Luís Alberto ou Eliane


Diretoria ADCESP

Teresina-PI
Terça-feira, 21 de outubro de 2014


quinta-feira, 25 de julho de 2013

CARTA ABERTA AO GOVERNADOR WILSON MARTINS E AO POVO PIAUIENSE


Sr. Governador do Estado do Piauí Wilson Martins,

Somos professores classificados no último concurso para docentes efetivos da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) realizado em 2011. Mediante esta carta queremos expressar a nossa mais profunda insatisfação, indignação e tristeza perante a forma como estamos sendo tratados pela administração pública e pela própria reitoria da UESPI.

Há cerca de um ano e quatro meses, o referido concurso foi homologado e, desde então,  iniciou-se uma caminhada dolorosa e árdua em busca do nosso direito à nomeação. Enquanto nos “torturam”, fazendo-nos esperar por uma nomeação que nunca acontece, a reitoria e o governo do estado insistem em realizar concursos para contratar de forma precária professores substitutos/temporários, bem como renovar os contratos de professores provisórios já existentes ignorando, dessa forma, uma lista de docentes aprovados no concurso para efetivo. Assim, ao manterem o número exorbitante de professores temporários, governo e reitoria atropelam a Lei Estadual (LC 124/2009) que obriga a efetivação de todo o quadro docente da UESPI ainda em julho de 2013.  A Lei também define um percentual máximo de 20% de contratos de “substitutos”, e somente em casos especiais, de afastamento temporário de professores efetivos.

No mês de junho de 2013, foi afirmado pela Secretaria de Administração que assumiríamos nossos cargos no final do mês de julho de 2013, para começarmos a trabalhar no segundo semestre letivo deste ano.  Entretanto, a reitoria da UESPI quebrou a promessa feita ao novamente lançar editais para selecionar docentes provisórios e ainda renovou vários contratos de professores substitutos em vários campi do estado, com anuência do governo.

Os mais de 600 contratos temporários de professores na UESPI representam cerca de 50% do quadro docente da UESPI. É uma grave situação de precarização das relações de trabalho. Isso  impede que a Universidade amadureça e avance no sentido de a Instituição cumprir com a função social de garantir o tripé ensino-pesquisa-extensão, com a devida qualidade e responsabilidade social. Nós, concursados, somos mestres, doutores e pós-doutores extremamente interessados em colaborar para com a UESPI e conseqüentemente para o desenvolvimento do Piauí. Os substitutos, em grande maioria apenas especialistas, embora se esforcem para bem contribuir através do ensino, não podem cadastrar e executar projetos de pesquisa e extensão tão necessários a consolidação da UESPI, resultando em prejuízos para toda a comunidade universitária, sobretudo para os estudantes.

Somos profissionais, estudamos, nos qualificamos e queremos fazer valer nosso direito! Não merecemos passar por toda essa angústia e incerteza e muito menos sermos tratados com todo esse descaso! Queremos um posicionamento concreto do senhor governador que já falou várias vezes nos meios de comunicação que iria nomear todos os classificados. Mas quando? Toda a sociedade piauiense cobra mais responsabilidade e melhoria na Educação Pública.  É hora de o governo mostrar compromisso para a melhoria da UESPI, avançando no processo de efetivação do quadro docente.
 Por isso, mais uma vez, reivindicamos: nomeação, já!


Teresina, 25 de julho de 2013

Classificados no concurso para professor efetivo na UESPI

sexta-feira, 1 de março de 2013

Validade do concurso para docente efetivo é prorrogada por mais um ano

A prorrogação da validade do concurso, cobrada pela ADCESP e publicada no Diário Oficial do Estado, é um passo importante para lutarmos pelas nomeações dos classificados, onde houver necessidade.
A ADCESP terá reunião com o promotor Fernando Santos na segunda-feira, às 9h, no Ministério Público, para tratar desse assunto. 
Sabemos, no entanto, que é preciso fazer pressão política para que o governo nomeie os classificados e também realize novo concurso público para cumprimento da Lei Complementar n° 124/2009. 
A Lei determina que até julho de 2013, todos os professores da UESPI sejam efetivos e que só haja contratação de substitutos em caso de afastamento temporário dos titulares das vagas (para tratamento de saúde, qualificação etc).
Todos à luta em defesa da UESPI!
 
 

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Sindicato quer anulação de edital de concurso para professor substituto na UESPI

A Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Piauí (ADCESP, seção sindical do Andes SN) quer a anulação imediata do edital 01/2013 da Pro-Reitoria de Ensino e Graduação da UESPI que dispõe sobre concurso para preenchimento de 61 vagas de professores temporários/substitutos. O edital prova que a reitoria da UESPI e o governo do Estado, ao invés de realizarem a nomeação de professores classificados no último concurso para professor efetivo, continuam fazendo seleções de professores em regime precário. 

As vagas de substitutos estão sendo ofertadas para Campo Maior, Barras, Parnaíba e Piripiri. "Tomando o exemplo a área de HISTÓRIA, gostaria de saber como podem haver vagas para professor provisório em campus que não existem efetivos (caso de Barras, Piripiri)? Como podem ofertar duas vagas para Campo Maior se há apenas três professores efetivos no curso daquele campos que, por sua vez não estão se afastando? Porque não convocar os classificados do último concurso para ocupar as referidas vagas?", indaga uma professora classificada, que espera ser nomeada desde março do ano passado, quando o resultado do concurso foi publicado.

A ADCESP exige que o governo do Estado e a reitoria da UESPI faça as nomeações dos professores classificados em todos os cursos de campi onde houver vaga para professor efetivo. A Associação pedirá ao Ministério Público a imediata anulação do edital que também tem outra grave irregularidade: os valores a serem pagos aos professores estão abaixo da tabela hoje paga aos docentes da UESPI, de acordo com carga horária e titulação.

Além disso, segundo a Lei Estadual que regula a carreira de professor na UESPI, até julho de 2013, todos os professores desta Instituição devem ser EFETIVOS, e toda contratação de professor substituto/temporario só poderá ser feita se realmente o docente efetivo estiver afastado por motivo de tratamento de saúde ou licença para qualificação (mestrado, doutorado etc), num limite de 20% do quadro de docentes efetivos. Neste sentido, a ADCESP reivindica a nomeação de todos os classificados e a realização de concurso público para professor efetivo, para preencher as demais vagas restantes no quadro da Universidade, onde houver necessidade.

ADCESP
(86) 3213-2300
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terça-feira, 19 de junho de 2012

Governo apresenta proposta, mas bem distante da equiparação com as estaduais do Ceará

Na assembleia geral de quinta-feira (21), às 9h, no pátio dos caixas eletrônicos do campus Poeta Torquato Neto, vamos avaliar proposta e discutir possível contraproposta a ser apresentada ao governo para avançarmos na negociação.

Em reunião na Secretaria Estadual de Administração, o secretário Paulo Ivan apresentou, verbalmente, proposta de reajuste aos docentes da UESPI. Tal proposta obedeceria a seguinte fórmula: o reajuste salarial docente da UESPI seria o percentual de reposição geral do Plano Geral dos Servidores Estaduais (ainda não definido) + 5%. Um exemplo: se o índice de reposição salarial geral dos servidores estadual for de 5%, o reajuste dos docentes da UESPI será de 10%. Nessa hipótese, o piso atual de R$ 1.071,00 do professor especialista 20h iria para R$ 1.178,10, continuando bem menor do que o rebaixado piso do MEC para o magistério básico (professor sem nem mesmo graduação) de R$ 1.451,00.

A comissão de negociação da ADCESP reiterou que a proposta colocada pelo governo nem de longe contempla a reivindicação inicial da categoria, que é de um piso de R$ 2.324,00 (salário mínimo calculado pelo DIEESE) para professor especialista 20h. Além disso, a proposta apresentada pelo secretário é um grande recuo em comparação ao que havia sido sinalizado pelo próprio governador Wilson Martins, em audiêndia do dia 29 de maio. Naquela oportunidade, ele falou sobre equiparação salarial com o piso dos docentes das universidades estaduais do Ceará, atualmente em R$ 1.467,00.

A comissão de negociação da ADCESP argumentou que o governo pode avançar muito mais na proposta salarial, tendo em vista o aumento da receita do Estado, e que nos últimos anos os salários dos docentes da UESPI têm sofrido grandes perdas em comparação com professores da rede básica estadual, que esse ano recebem reajuste de 22,23%. O secretário disse então que encaminharia a proposta do governo por escrito, para avaliação da categoria, e que eventual contraproposta dos docentes deve ser encaminhada ao governo. Ficou acertada a próxima reunião de negociação salarial para o dia 28 de junho, às 14h, na Secretaria de Administração.

A ADCESP convoca toda a categoria a participar da assembleia geral do dia 21 para discutirmos os rumos de nossa campanha salarial. De forma democrática, a categoria vai avaliar a proposta e decidir sobre a pauta de reivindicações da categoria. Precisamos continuar atentos e mobilizados para forçar o governo a avançar nas negociações. Só lembrando: já temos novo indicativo de greve aprovado para o dia 6 de agosto (início do período 2012.2), caso não fechemos acordo até lá. A data-base dos servidores estaduais é maio e até o momento não foi fechada nossa negociação.

Sobre as aposentadorias dos professores fundadores

O secretário Paulo Ivan se comprometeu em apresentar, no dia 28 de junho, posição do governo sobre o problema das aposentadorias dos professores fundadores da UESPI (oriundos da Secretaria de Educação). Atualmente, professores fundadores estão sendo prejudicados ao requererem aposentadoria. O governo quer aposentar os fundadores como professores da rede básica de ensino, apesar de acórdão do Tribunal de Contas do Estado (TCE) sendo favorável à aposentadoria dos docentes como professores da UESPI.

SOS UESPI: Restaurante universitário e demais obras

Sobre obras de infraestrutura e sobre o Restaurante Universitário, o secretário Paulo Ivan disse que há verbas e que cabe à comunidade universitária fazer as cobranças à reitoria sobre os projetos em andamento ou sobre novas licitações. O secretário Paulo Ivan se comprometeu a intermediar reunião com o secretário de Planejamento, Cézar Fortes, sobre orçamento da UESPI para 2013.

Nomeação dos professores classificados: intensificar cobrança da reitoria e do governo


Mais uma vez, cobramos do governo a nomeação dos professores classificados no último concurso, onde houver necessidade de professor efetivo. Lembramos ao secretário que a Lei Complementar estadual 124/2009 obriga a efetivação de todo o quadro docente e permite contratação de substitutos apenas em caso de afastamento temporário do titular da vaga. Denunciamos a ilegalidade de se fazer novos concursos para professores substitutos em caso de existência de professores classificados.

O secretário disse, de início, que cabe à reitoria apresentar o quadro de necessidades e reconheceu que é direito líquido e certo dos classificados serem nomeados, em caso de contratação irregular de substitutos. Ele reconheceu ainda que "é melhor o Estado nomear por bem do que por mal", referindo-se à possibilidade de os professores classificados recorrerem à Justiça por um direito que pode ser conseguido de forma administrativa, sem custas judiciais.

O professor Francisco Canidé (pró-reitor de Administração da UESPI), comprometeu-se na reunião de encaminhar as informações sobre quadro docente (efetivos e substitutos) para que tenhamos oficialmente a informação da necessidade de contratação dos classificados, por curso. Hora dos classificados se mobilizarem, junto com a ADCESP, para provocarmos as nomeações o mais rápido possível!

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Governo não honra compromisso e professores retomarão greve na UESPI

A confiança está na luta! Vamos retomar nossa mobilização!

O Governo do Estado descumpriu o que prometeu aos professores da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e por isso a categoria docente decidiu, em assembleia, não iniciar o próximo período letivo (2012.2), retomando a greve por tempo indeterminado a partir de 6 de agosto.

Em audiência realizada no dia 29 de maio, o governador Wilson Martins (junto com membros da Secretaria de Administração) comprometeu-se a apresentar proposta salarial aos professores da UESPI no dia 12 de junho, pedindo "trégua" à greve docente iniciada no dia anterior. Tal proposta salarial iria no sentido de equiparar o piso do professor especialista 20h da UESPI (atualmente de R$ 1.071,00) ao das universidades estaduais do Ceará (atualmente de R$ 1.467,00). Com boa expectativa de negociação efetiva, apesar de a reivindicação de piso ser de R$ 2.324,00 (salário mínimo calculado pelo DIEESE) para o professor auxiliar 20h, a categoria resolveu suspender a greve em assembleia geral do dia 31 de maio.

No entanto, lamentavelmente, a reunião do dia 12 de junho foi desmarcada pela Secretaria de Administração, poucas horas antes do horário combinado. Por telefone, o secretário de Administração, Paulo Ivan, alegou estar fazendo "estudos de impacto na folha" e que uma posição do governo só poderá ser apresentada na segunda-feira (18). Ou seja, a alegação foi o mesmo "lenga-lenga" e enrolação de reuniões anteriores com a Secretaria de Administração, que resultou na deflagração da greve do dia 28. Vale ressaltar que, por lei, a data-base dos servidores estaduais é maio, e até o momento o governo se negou a apresentar proposta de reajuste.


Por conta da quebra de compromisso por parte do governo, os docentes decidiram não iniciar o próximo período letivo (2012.2) e ainda reter cadernetas de notas de disciplinas do período 2012.1, para cobrar retomada efetiva de negociação. Vale lembrar que nem mesmo para discutir outras pautas também importantes (da campanha SOS UESPI), a Secretaria de Administração manteve a reunião programada para o dia 12 de junho.

Outros encaminhamentos aprovados:

- Enviar à imprensa Nota de Repúdio contra a postura do governo em não ter honrado compromisso com a categoria docente

- Insistir na exigência de reunião de negociação efetiva com o governo sobre a questão salarial e sobre as pautas da campanha SOS UESPI

- Fazer mobilizações públicas (se necessário, no Palácio de Karnak) denunciando o sucateamento da UESPI e o desrespeito do governo para com a comunidade universitária

- Fortalecer a mobilização e construir a greve em todos os campi da UESPI

- Exigir da reitoria um posicionamento acerca das nomeações dos professores classificados no último concurso para professor efetivo; Fazer ações políticas e jurídicas no sentido de fazer as nomeações onde houver necessidade de professor efetivo e realizar novo concurso para professor onde for preciso.

- Territorialização: fazer questionamentos políticos e jurídicos contra a proposta que cria o professor-itinerante (precarização do trabalho docente) e fechar campus da UESPI.

- Cobrar relatório de obras e projetos estruturais pendentes da Administração Superior, inclusive os planejados na gestão anterior.

-  Encargos Docentes: encaminhar por email a proposta de Encargos feita pela comissão docente escolhida em assembleia geral, para análise da categoria.

- 57º CONAD (Encontro do Andes SN em Parnaíba, de 21 a 24 de junho): Foram eleitos como representantes da ADCESP a professora Lina Santana e o professor Roberto Kennedy.




segunda-feira, 11 de junho de 2012

Atenção para a assembleia geral: dia 13 de junho!

Na próxima quarta-feira (13), às 9h, no pátio dos Caixas Eletrônicos (CCN - campus Poeta Torquato Neto), teremos nova assembleia geral docente na UESPI.

A assembleia vai discutir e deliberar sobre proposta salarial do governo do Estado aos docentes da UESPI. A proposta será apresentada à ADCESP na tarde desta terça-feira (12), em reunião na Secretaria de Administração. Os docentes reivindicam R$ 2.324,00 (salário mínimo do Dieese) para o professor auxiliar (especialista) 20h. Atualmente, o professor especialista 20h da UESPI recebe apenas R$ 1.071,00, ou seja, menos que já rebaixado piso do MEC para professor da rede básica sem graduação, que é de R$ 1.451,00.

Também teremos outros pontos de pauta importantes na assembleia de quarta-feira, dentre eles a questão dos encargos docentes, a territorialização da UESPI, a nomeação de concursados (professores e servidores) e pautas da campanha SOS UESPI.

Sua participação é importante para definirmos o futuro de nossa campanha salarial (se aceitaremos ou não o que for proposto pelo governo; ou se vamos retomar a greve e quando...) e também para fortalecermos nossa luta por melhores condições de trabalho e melhorias gerais na UESPI. A greve deflagrada no dia 28 de maio foi suspensa em assembleia geral no dia 31, tendo em vista a abertura do canal de diálogo aberto durante audiência com o governador do Estado. Na reunião no Palácio de Karnak, realizada dia 29 de maio, Wilson Martins e equipe de governo se comprometeram em apresentar proposta salarial no dia 12 de junho e manter mesa permanente de negociação sobre os pontos da campanha SOS UESPI. Mas se as negociações não evoluírem, a categoria pode retornar à greve.

Os filiados/as que trabalham em campus não localizados em Teresina podem solicitar ajuda de custo (passagem ou reembolso do combustível, para em caso de um grupo vindo em um só veículo) para participar da assembleia geral. Os interessados devem entrar em contato com a ADCESP (86 /3213-2300 ou adcesp@gmail.com) para fazer a solicitação.

Participe!

Filie-se à ADCESP! Solicite ficha de filiação através do e-mail adcesp@gmail.com . Sindicato forte se faz com a participação de tod@s!


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(86) 3213-2300

sábado, 9 de junho de 2012

Assembleia Geral dia 13 de junho: avaliação da proposta do governo e definição sobre rumos da campanha salarial


Nossa greve foi suspensa na última assembleia geral, mas nossa mobilização continua e poderemos retomar o movimento a qualquer instante, já que estamos em "Estado de Greve".
Mediante abertura de canal de negociação do governo, que comprometeu-se em apresentar proposta de reajuste salarial para os docentes da UESPI no dia 12 de junho, além de criar mesa de negociação permanente sobre as pautas da campanha SOS UESPI, a categoria decidiu realizar assembleia geral no dia 13 de junho para avaliação do que for proposto pelo governo. Nossa pauta salarial reivindica o piso de R$ 2.324,00 (salário mínimo calculado pelo DIEESE) para o professor 20h especialista, cujo salário atual é de apenas R$ 1.071,00.

A assembleia geral acontecerá às 9h no pátio dos caixas eletrônicos (campus Torquato Neto). A partir do que for apresentado, a categoria vai decidir sobre aceitação ou não da proposta do governo, ou também sobre data de deflagração de nova greve docente, caso necessário.

Também serão discutidas questões como territorialização da UESPI (com extinção de campus etc), encargos docentes, nomeação de técnicos efetivos concursados, informes da comissão criada para lutar pela nomeação de professores classificados no último concurso para o quadro efetivo, dentre outras questões.

PARTICIPAÇÃO DE FILIADOS/AS DO INTERIOR

A assembleia do dia 13 será muito importante para definir nossa campanha salarial. Por isso, os/as filiados/as à ADCESP que moram fora de Teresina interessados em participar da assembleia geral, podem entrar em contato com a secretaria da entidade (Janaína e Alice) para solicitar da ADCESP a compra de passagem de ônibus, ou pagamento de despesas de combustível, em caso de pessoas vindo em grupo em um só veículo. Combinar através do telefone (86) 3213-2300 e ou pelo email adcesp@gmail.com (assunto: participação em assembleia geral).

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(86) 3213-2300

domingo, 27 de maio de 2012

Greve docente na UESPI começa nesta segunda-feira

A primeira atividade da greve dos professores da UESPI é uma blitz/panfletagem na entrada do campus Poeta Torquato Neto (Pirajá), a partir das 7h30min. Participe!

Vamos recepcionar professores, estudantes, servidores e comunidade em geral com panfletos, faixas e cartazes, dialogando sobre as pautas de nossa luta.

A data-base dos servidores estaduais é maio. Tentamos ao máximo evitar a deflagração da greve, apostando no diálogo com o governo. Desde 19 de março enviamos nossas reivindicações, mas até o momento não tivemos qualquer resposta ou contraproposta. Nossa greve denuncia a intransigência do governo e exige negociação efetiva, já!

A greve é direito de todos: professores efetivos (mesmo em estágio probatório) e professores substitutos/temporários. Clique aqui!

Lutar é preciso! Todos à luta por:

•    Piso salarial de R$ 2.324,00 (salário mínimo do Dieese) para professor especialista 20h. Atualmente, o piso é de R$ 1.071,00.

•    Restaurantes universitários em todos os campi;

•    Melhoria imediata dos laboratórios e acervos de nossas bibliotecas;

•    Nomeação dos professores classificados e técnicos aprovados no último concurso;

•    Mais verbas e autonomia financeira.

.    Não à precarização do trabalho docente (professor-ambulante)! Abertura imediata de debate com governo e reitoria sobre a proposta de territorialização da UESPI (que fecha campus, núcleos e rebaixa o campus Clóvis Moura à condição de Anexo II do campus Torquato Neto).

.    Chega de enrolação! Negociação efetiva com a categoria docente, já!
 


Comando de Greve dos Docentes da UESPI
                           Associação dos Docentes da UESPI – Seção Sindical do ANDES SN
                                             Central Sindical e Popular – CSP CONLUTAS

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Assembleia docente aprova greve na UESPI: movimento começa segunda-feira

Professores em estágio probatório e substitutos/temporários também podem grevar. Clique aqui!

Cansados de tanto esperar por respostas do governo estadual, os professores da UESPI decidiram hoje, em assembleia geral, deflagar greve por tempo indeterminado. O movimento começa na segunda-feira e tem como pauta a melhoria salarial e das condições de trabalho e estudo, compreendidas na campanha SOS UESPI. Os professores estão em campanha salarial desde março e ainda naquele mês foram solicitadas negociações com o governo para tratar da pauta salarial e também das pautas da campanha SOS UESPI. Nenhuma resposta do governo foi dada para as reivindicações apresentadas, até o momento.

Logo depois da assembleia geral, foram encaminhados avisos ao governador Wilson Martins e reitoria comunicando a data de início da greve docente: 28 de maio. Foi criado um comando de greve (que está aberto para participação de mais professores) para elaborar uma programação de atividades para a próxima semana, e mobilizar o conjunto da comunidade universitária. Uma nova assembleia geral está marcada para quinta-feira (31 de maio), para avaliação de negociação com o governo, caso isso aconteça até lá.

A assembleia teve a participação também de estudantes que se manifestaram a favor do movimento dos professores e pelo fortalecimento da campanha SOS UESPI. Um dos pontos tocados por professores e estudantes foi a necessidade de construção e funcionamento de Restaurantes Universitários (RUs) em todos os campi da UESPI, além de melhorias nas bibliotecas, laboratórios e salas de aula. Atualmente, nenhum campus, pólo ou núcleo da UESPI tem restaurante universitário. Os Centros Acadêmicos (de estudantes) se reúnem nesta hoje às 17h no campus Torquato Neto para discutir pautas como o Restaurante Universitário e a greve docente.


Não faltam motivos para a luta dos professores. Veja alguns:

- Os salários são baixos: o piso do professor especialista (20h) é de apenas R$ 1.071,00. É um dos menores salários iniciais dos servidores estaduais no Piauí. Menor até mesmo que o Piso do Magistério (R$ 1.451,00) para o professor (sem graduação) da rede básica de ensino. Desde março encaminhamos nossa pauta salarial (salário mínimo do DIEESE – R$ 2.324,00 para especialista 20h) mas até o momento nenhuma proposta foi apresentada pelo governo;

- Péssimas condições de trabalho: falta de salas para professor; sobrecarga de trabalho (que pode piorar com a nova resolução de Encargos Docentes); falta de incentivo para desenvolvimento de pesquisa e extensão; falta de política de qualificação (mestrado e doutorado).

SOS UESPI: luta de todos!

Muitas pautas da campanha SOS UESPI, não foram atendidas pelo governo Wilson Martins, que prefere continuar sucateando a UESPI, afetando a vida dos estudantes, técnicos-administrativos e professores. Por isso, todos juntos (professores, técnicos e estudantes) devemos lutar por mais verbas e autonomia universitária para conquistarmos:

- Assistência Estudantil: Restaurante Universitário em todos os campi; mais e melhores bolsas-trabalho e outras políticas para Permanência Estudantil;

- Estrutura e equipamentos: nossos laboratórios são insuficientes e sem equipamentos adequados; bibliotecas são precariamente equipadas, com acervo defasado; salas de aulas apertadas, insalubres; falta a conclusão de obras paradas em vários campi;

- Melhoria salarial dos técnico-administrativos: o Plano de Cargos e Salários está engavetado no Karnak;

 - Efetivação do quadro docente e de técnicos-administrativos: nomeação dos concursados (incluindo os classificados, onde houver necessidade) e realização imediata de novo concurso para professores e técnicos efetivos.

- Fim das terceirizações e das cobranças de taxas.

Todos à luta em defesa da UESPI!

Associação dos Docentes da UESPI – ADCESP (Seção Sindical do Andes SN)
Central Sindical e Popular – CSP Conlutas

terça-feira, 22 de maio de 2012

Os professores da UESPI podem grevar. Conheça os Motivos!



Os professores da UESPI podem entrar em greve nos próximos dias. A assembleia geral de quarta-feira (23/05), às 9h, no Pátio do CCN (área dos caixas eletrônicos, campus Torquato Neto) decidirá sobre o assunto.

Não faltam motivos para a luta dos professores:

- Os salários são baixos: o piso do professor especialista (20h) é de apenas R$ 1.071,00. É um dos menores salários iniciais dos servidores estaduais no Piauí. Menor até mesmo que o Piso do Magistério (R$ 1.451,00) para o professor (sem graduação) da rede básica de ensino. Desde março encaminhamos nossa pauta salarial (salário mínimo do DIEESE – R$ 2.324,00 para especialista 20h) mas até o momento nenhuma proposta foi apresentada pelo governo;

- Péssimas condições de trabalho: falta de salas para professor; sobrecarga de trabalho (que pode piorar com a nova resolução de Encargos Docentes); falta de incentivo para desenvolvimento de pesquisa e extensão; falta de política de qualificação (mestrado e doutorado).

SOS UESPI: luta de todos!

Muitas pautas da campanha SOS UESPI, não foram atendidas pelo governo Wilson Martins, que prefere continuar sucateando a UESPI, afetando a vida dos estudantes, técnicos-administrativos e professores. Por isso, todos juntos (professores, técnicos e estudantes) devemos lutar por mais verbas e autonomia universitária para conquistarmos:

- Assistência Estudantil: Restaurante Universitário em todos os campi; mais e melhores bolsas-trabalho e outras políticas para Permanência Estudantil;

- Estrutura e equipamentos: nossos laboratórios são insuficientes e sem equipamentos adequados; bibliotecas são precariamente equipadas, com acervo defasado; salas de aulas apertadas, insalubres; falta a conclusão de obras paradas em vários campi;

- Melhoria salarial dos técnico-administrativos: o Plano de Cargos e Salários está engavetado no Karnak;

 - Efetivação do quadro docente e de técnicos-administrativos: nomeação dos concursados (incluindo os classificados, onde houver necessidade) e realização imediata de novo concurso para professores e técnicos efetivos.

- Fim das terceirizações e das cobranças de taxas.

Todos à luta em defesa da UESPI!

Associação dos Docentes da UESPI – ADCESP (Seção Sindical do Andes SN)
Central Sindical e Popular – CSP Conlutas

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Docentes da UESPI preparam greve! Melhores salários e condições de trabalho, já!

A assembleia geral docente realizada na manhã desta sexta-feira reafirmou a disposição da categoria em deflagar greve por tempo indeterminado a partir do dia 15 de maio se até lá não houver avanço nas negociações com o governo. A paralisação desta sexta-feira está sendo bastante positiva, com forte adesão em vários campi.

A primeira negociação com o governo, realizada semana passada, mostrou que é preciso fortalecermos nossa mobilização em torno da campanha salarial. Na reunião, representantes do comando de negociação apresentaram a reivindicação dos docentes (piso salarial de um salário mínimo do DIEESE, para professor especialista 20h) e o governo não deu qualquer resposta ou contraproposta. Na verdade, o Secretário de Administração limitou-se a repetir a velha ladainha de que o Estado vive no limite da Lei de Responsabilidade Fiscal e que até o momento não há proposta para os professores da UESPI.

Para a ADCESP, o governo tem dinheiro, sim. Basta ver o quanto tem criado cargos em comissão (ocupados sem concurso público, para atender pedidos de aliados políticos), o aumento da verba de gabinete para os deputados estaduais (de R$ 50 mil para R$ 80 mil, por parlamentar) e o quanto é gasto mensalmente para pagar juros da dívida pública.

A comissão de negociação dos docentes mostrou que, segundo a Lei Complementar 173/2011, temos o pior salário inicial entre as categorias com planos de cargos específicos: R$ 1.071. E que estamos recebendo menos que o Piso do Magistério (os míseros R$ 1.451,00 estabelecidos pelo MEC). Apresentamos inclusive um estudo de impacto financeiro na folha de pagamento sobre nossa proposta salarial, que havia sido solicitado pela ADCESP à reitoria. Diante da desconfiança do secretário de Administração em reconhecer os cálculos de impacto feitos pela própria UESPI, fizemos o desafio para que a próxima negociação contasse com a presença do reitor, para que qualquer dúvida fosse dirimida.

A próxima reunião de negociação com a Secretaria de Administração está marcada para o dia 8 de maio. Esperamos uma resposta urgente e positiva do governo em torno de nossas reivindicações. Caso contrário, teremos que deflagrar greve por tempo indeterminado no dia 15 de maio. Até lá, vamos fazer mobilizações e paralisações relâmpagos, por campus, e reuniões com professores para fortalecer nossa mobilização.

Na próxima quarta-feira, haverá reunião do comando de mobilização, cuja composição ainda está aberta para participação de professores que queiram colaborar. Também faremos caravanas, por regiões. A região norte será visitada na próxima semana, realizando conversas com a categoria docente, estudantes e servidores sobre nossa campanha salarial e sobre a campanha SOS UESPI.

A assembleia geral de hoje contou com a presença do presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Teresina (Sindserm), Sinésio Soares (Délio), que relatou sobre a vitoriosa greve dos professores do município. A categoria, depois de uma greve de 87 dias, arrancou reajuste linear de 24,26% e outras conquistas. O movimento foi forte o bastante para fazer com que o prefeito Elmano Férrer recuasse da decisão de apenas recompor perdas salariais, com índice de reajuste de apenas 6%. Durante quase três meses, o prefeito dizia também que não havia dinheiro e que estava no limite da Lei de Responsabilidade Fiscal e que não poderia cumprir linearmente o que diz a Lei do Piso.

Reunião com classificados do concurso para professor efetivo

Na tarde desta sexta, às 16h, no Anfiteatro do CCN (campus Poeta Torquato Neto), acontece reunião da diretoria da ADCESP com classificados do concurso para professor efetivo. A reunião formalizará um plano de trabalho e mobilizações,  a partir de uma equipe composta por representantes da ADCESP e classificados, no sentido de fortalecer ações para que sejam realizadas novas nomeações urgentemente, onde houver necessidade de professor efetivo.

Todos à luta em defesa da UESPI, por melhores salários e melhores condições de trabalho!

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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Governo não estipula data de nomeações de aprovados: "podem" sair até o final desta semana


Além de aprovados, Ministério Público cobra nomeação de classificados

A audiência pública realizada na manhã desta segunda-feira, no Ministério Público Estadual, colocou frente a frente o Governo do Estado e a reitoria da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) que praticam o jogo do empurra-empurra sobre o problema da demora na nomeação dos aprovados e classificados no concurso para docente efetivo na instituição. O governo não quis revelar data, mas afirma que as nomeações dos aprovados e de cerca de 15 classificados (a partir de solicitação, por ofício) "podem" sair ainda até o final desta semana. Ou seja: continua o problema da falta de informação concreta sobre as nomeações.

Durante a audiência, na mesma linha do que defende a Associação dos Docentes da UESPI (ADCESP), o promotor Fernando Santos cobrou - além dos aprovados - a nomeação imediata dos professores classificados para buscar regularizar a grave situação do número altíssimo de professores temporários na grande maioria dos cursos da UESPI. Defende também que seja feito novo concurso para professor efetivo, no sentido de atender o que diz a Lei Complementar 124/2009 (Plano de Carreira docente na UESPI) sobre efetivação de todo o quadro de professores até julho de 2013.

Sobre a cobrança de nomeações dos classificados, o secretário de Administração, Paulo Ivan, disse que os classificados podem ser chamados de acordo com a "necessidade da Universidade" e da "possibilidade" financeira do governo do Estado. Para a ADCESP, a necessidade é evidente e cabe ao governo cumprir a Lei e nomear os classificados, imediatamente, nos cursos onde há necessidade de efetivos. Dinheiro tem. A prioridade, no entanto, infelizmente, não é para a Educação.

Vários professores concursados participaram da audiência, mostrando o grau de interesse e mobilização dos concursados nas nomeações e em contribuir para o fortalecimento da UESPI. Os participantes mostraram as contradições do governo e reitoria, sobre o grave problema de temporários, e da grande quantidade de classificados que poderiam ser nomeados para assumir as vagas irregularmente ocupadas por docentes de contrato precário.

Ao final da audiência, em reunião com representantes da ADCESP, os concursados foram chamados a continuarem mobilizados e participarem da assembleia geral do dia 18 de abril, onde um dos pontos é a campanha salarial, e que o assunto das nomeações deve ser rediscutido. Ficou acertado que - na solenidade de posse dos aprovados que "pode" acontecer nos próximos dias - deve haver mobilização, juntamente com a comunidade acadêmica, exigindo as nomeações dos classificados.

Jogo do empurra demonstra falta de compromisso do governo e reitoria

No mais recente lance do jogo do empurra, durante a audiência, o Secretário Estadual de Administração, Paulo Ivan, jogou a culpa na reitoria pelo atraso nas nomeações dos aprovados: listas erradas de aprovados e classificados, falta de CPFs dos concursados listados e lentidão na entrega de relatório de impacto financeiro das contratações (que teriam chegado - e ainda parcialmente - à Secretaria na tarde do dia 13 de abril) foram os motivos alegados pelo governo para não ter ainda nomeado. O reitor engoliu as críticas e afirmou que o restante dos cálculos do impacto das contratações seria concluído e entregue ao governo ainda nesta segunda-feira.

Na verdade, tanto o governo do Estado quanto à reitoria têm culpa na demora das nomeações. Se o governo e reitoria tivessem mais compromisso com a Universidade, teriam providenciado a realização do concurso e garantido todos os trâmites necessários (provas, divulgação e homologação de resultados, estudos de impactos financeiros, e estudos sobre a real necessidade de professores efetivos, por cursos) ainda em 2011 ou antes do início do período letivo de 2012, o que teria evitado problemas acadêmicos (centenas de disciplinas ainda sem professor) e concursados sofrendo desgaste emocional e problemas financeiros, na expectativa de nomeação.

O governo tem interesse em continuar com a ilegalidade do altíssimo número de contratos temporários na UESPI, uma forma de continuar superexplorando e precarizando o trabalho docente. Por isso, a luta deve ser não apenas pela nomeação imediata de aprovados e classificados, mas também por abertura urgente de novo edital de concurso público para preencher a enorma quantidade de vagas existentes de professor efetivo.

É grave perceber que - apesar de ser de extremo interesse da Universidade a efetivação de todo o quadro docente (inclusive para atender a Lei Complementar 124 de 1° de julho de 2009) - o reitor não demonstra qualquer esforço em reivindicar que o governo garanta a contratação dos professores classificados, onde há necessidade de professor efetivo. Na audiência pública, o reitor chegou inclusive a questionar a LC 124, afirmando que a UESPI não precisaria do total de professores efetivos previstos em Lei, alegando que vem fechando vários cursos e polos da UESPI, como se isso fosse fato positivo para a Educação Superior no Piauí.

Ou seja: tanto o fechamento de cursos como o questionamento da necessidade de professores efetivos mostram que o reitor se posiciona exatamente da forma que agrada ao governo. O reitor disse ainda que atende uma exigência legal ou do Conselho Estadual de Educação de que cada curso tenha pelo menos cinco professores efetivos. Na verdade, a LC 124/2009 determina que até julho de 2013 todo o quadro docente da UESPI seja de efetivos que, a partir dali, só haverá contrato de substitutos para cobrir, temporariamente, professores que se afastem por motivo de saúde ou saiam para mestrado, doutorado etc.

Ouça a íntegra de audiência pública em:

http://www.4shared.com/mp3/a5dWuy3W/Professores_da_UESPI_-_16-04-1.html

Lembrete:
Assembleia Geral, dia 18 de abril, às 9h, no auditório central do campus Poeta Torquato Neto (Teresina). Em pauta: campanha salarial, indicativo de greve, nomeações de concursados. Participe!

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quinta-feira, 12 de abril de 2012

SOS UESPI! Protesto exige nomeação imediata dos professores concursados da UESPI



Professores concursados da UESPI, estudantes, e representantes da ADCESP receberam o governador do Piauí, Wilson Martins, com protesto, no aeroporto de Teresina. "Sem professor não dá! Nomeação, já!" , "Chega de enrolar: nomeação, já!" , e "Governador, deixa de lero: essa não é a UESPI que eu quero" foram algumas das palavras de ordem dos manifestantes.
O governador jogou a culpa da demora das nomeações no reitor. O mesmo reitor que disse que fez tudo o que devia e que faltava apenas a assinatura do governador. O governador disse aos manifestantes que fará as nomeações. Mas não quis responder sobre QUANDO isso acontecerá.
Ou seja, precisamos aumentar a mobilização e continuar a denúncia dos problemas causados pela demora na nomeação: milhares de alunos sem aulas, desestruturação familiar dos concursados de Dedicação Exclusiva que tiveram que pedir demissão de empregos, e sobrecarga de trabalho para os poucos professores efetivos e em atividade na UESPI. Segunda-feira tem mais: audiência pública no Ministério Público Estadual, às 9h! Todos à luta!
ADCESP

Associação dos Docentes da UESPI

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terça-feira, 10 de abril de 2012

Ministério Público faz reunião com concursados da UESPI nesta quarta

A reunião com o promotor de justiça Fernando Santos está confirmada. Será amanhã, às 9h, no auditório do Ministério Público Estadual (3° andar do prédio do Procon, rua Álvaro Mendes, 2294, centro).
Vamos ver as medidas jurídicas possíveis para fazer com que o governo Wilson Martins nomeie imediatamente os mais de 200 aprovados e todos os classificados (nos cursos onde houver necessidade) do concurso para professor efetivo na UESPI.
Apesar do período letivo ter começado no dia 15 de março, até o momento praticamente todas as coordenações de curso da UESPI atravessam problemas de não início de aulas em disciplinas por falta de professor. Só no curso de Física, do campus Poeta Torquato Neto, por exemplo, cinco disciplinas estão sem professores. Estudantes de outros cursos que dependem de professores de Física também estão sofrendo com o atraso nas nomeações: Matemática, Computação, Biologia, Química, Engenharia Elétrica e Engenharia Civil.
A demora nas nomeações é um grande desrespeito à comunidade universitária (alunos sem aulas e sem orientações de TCCs etc) e aos concursados, que em alguns casos pediram demissão de empregos acreditando que seriam convocados antes do início das aulas.
Nomeação, já!

terça-feira, 3 de abril de 2012

Assembleia Geral tem mais um ponto de pauta: eleição de representante da ADCESP no CONSUN

Nesta quarta-feira (4), às 9h, teremos assembleia geral docente na UESPI. Além dos pontos de pauta anteriormente divulgados (Eleição de Delegados/as ao Congresso da CSP Conlutas; Campanha Salarial 2012; e Nomeação de aprovados e classificados no concurso para professor efetivo), proporemos a inclusão do seguinte ponto: Eleição de representante da ADCESP no Conselho Universitário (Consun).
A inclusão deste ponto faz-se necessário de forma urgente, tendo em vista que a diretoria da ADCESP recebeu neste 02/04/2012 um ofício da Administração Superior informando o término do mandato do atual representante no dia 7 de abril do corrente ano.
Estão sendo convidados os professores aprovados e classificados no último concurso para professor efetivo da UESPI. O promotor de Justiça, Fernando Santos, confirmou participação. Vamos discutir e aprovar encaminhamentos jurídicos e políticos para que as nomeações dos concursados sejam realizadas o mais rápido possível.
Vamos ainda discutir a campanha salarial e nosso calendário de mobilizações. Dia 18 de abril é o limite aprovado pela última assembleia geral para que fechemos acordo com o governo. A partir desta data, poderemos deflagrar greve por tempo indeterminado.
Participe!