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terça-feira, 7 de junho de 2016

GREVE NA UESPI: Veja o calendário de ações em Picos e Teresina para o início de Junho

Movimento grevista das duas cidades deve se unir na próxima sexta-feira (10), em evento de chegada da tocha olímpica na capital
Teresina (Clique para ampliar)
Picos (Clique para ampliar)






Os comandos de greve de Teresina e Picos lançaram nesta terça-feira (07) os calendários de ações do movimento para os próximos dias. 

Nesta quarta-feira (08), os docentes se reúnem com a Administração Superior da UESPI, na reitoria. Na sexta-feira (10), os campi de Teresina e Picos se unificam em ato de encerramento da passagem da tocha pelo Piauí. O objetivo é permanecer pautando as reivindicações docentes diante da sociedade e dos meios de comunicação.

Em Picos haverá panfletagem e confecção e fixagem de cartazes em pontos da cidade. Os uespianos picoenses também devem se reunir com vereadores do município para tratar de encaminhamentos aprovados em audiência pública na Câmara Municipal sobre a situação da UESPI.

No calendário de ações de Teresina, os professores e professoras em greve também participarão da Parada da Diversidade no próximo domingo (12), a concentração será em frente ao Shopping Riverside.

Nova Assembleia Docente
Na segunda-feira (13) a categoria docente se reúne em Assembleia Geral de Docentes com café Junino. As pautas são: a) Informes; b) Greve; c) Encaminhamentos. A assembleia será realizada no pátio o Palácio Pirajá, sede da reitoria.

Ato Estadual em Defesa do Serviço Público
O Espaço de Unidade de Ação – composto pela CSP Conlutas e ANDES locais - convoca todos os docentes, técnicos, estudantes, em unidade com outras categorias e representantes de diversos movimentos sociais, populares e sindicais para a realizarão no dia 16 de junho, de uma marcha “Em defesa do Serviço Público”. O intuito é chamar a atenção da sociedade piauiense contra a aprovação do PLP 257/16 que ataca diretamente uma série de direitos e garantias trabalhistas históricos. A concentração da marcha será às 8h, na Praça da Liberdade, Centro de Teresina.





domingo, 1 de maio de 2016

Na terceira semana de greve na UESPI, movimento divulga Calendário de Ações

Chegando aos 15 dias de greve, o movimento grevista da UESPI já começou a divulgar o Calendário de Ações para esta semana. Teresina e Parnaíba divulgaram a programação de atividades para esta semana. Confira:

Calendário Parnaíba (Clique para ampliar)

Calendário Teresina (Clique para ampliar) 

Seu campus já possui o Calendário de Greve desta semana? Envie-nos para adcesp@gmail.com

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

28 de janeiro: dia nacional de luta em defesa de direitos



Motivo é o que não falta para irmos às ruas no dia 28 de Janeiro, dia nacional de lutas por emprego e direitos. Se em nível nacional Dilma (PT) ataca direitos previdenciários e trabalhistas, no Piauí e em Teresina, Wellington (PT) e Firmino (PSDB) seguem a mesma linha.

O governo do Piauí está cortando verbas das áreas sociais, gratificações e horas-extras de servidores, não quer nomear os mais de três mil professores concursados da Seduc, e ameaça não pagar os reajustes garantidos em Lei (o mísero piso do magistério e as parcelas de reajuste de diferentes planos de carreira), incluindo os de servidores e professores da Uespi, que vive uma grave crise (até o telefone dos campi foram cortados por falta de pagamento das contas, além de haver o atraso em bolsas de estudantes em até cinco meses).

A prefeitura está fechando creches. E agora há também uma grave ameaça de aumento do preço das passagens de ônibus na capital piauiense. Por isso, vamos todos construir e fortalecer o ato do dia 28 de janeiro, a partir das 7h da manhã, na Praça João Luís Ferreira (centro de Teresina).


(Com informações da CSP Conlutas Piauí)

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

ADCESP realiza Confraternização 2014 com associados e faz convite para um 2015 de lutas

A Associação de Docentes da UESPI realizou a confraternização 2014 de seus associados e associadas na noite do dia 12 de dezembro. A festa contou com a presença de 140 pessoas, dentre professores, convidados e funcionários. Nos acordes dos artistas Mazin e Ângelo, e com a participação de professores que também têm muito talento para as artes musicais, a noite foi recheada ao som de muita música brasileira. 

Uma novidade deste ano foi o sorteio de brindes acompanhado da retrospectiva das lutas de 2014. Além de ganhar presentes os e as professoras puderam rememorar as lutas, reivindicações e as vitórias de 2014, assim como alguns ataques do governo. A ADCESP renova os votos de boas festas e deseja um 2015 de lutas e conquistas para a classe trabalhadora, em especial para nossa categoria e universidade. Feliz 2015!









Clique AQUI e acesse o álbum completo de fotos.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

ADCESP convida para atividade do MML em Teresina






O Movimento Mulheres em Luta (MML), que constrói a CSP Conlutas, central sindical a qual a ADCESP é filiada, realizará neste sábado uma reunião de apresentação do MML no Piauí A atividade será realizada no Sindicato de Servidoras(es) Municipais de Teresina (SINDSERM), a partir das 16h deste sábado (13).  

Endereço SINDSERM: Rua Quintino Bocaiúva, 446 - Centro, Teresina - PI, 64001-270. Telefone:(86) 3221-3165





Por que aplicar 1% do PIB para o combate a violência contra à mulher?
  
Manifesto do Movimento Mulheres em Luta

O Brasil é o 7º país que mais mata mulheres no mundo fazendo parte da epidemia global que é a violência contra a mulher. A cada 02 horas uma mulher brasileira é morta pela violência machista; a cada 02 minutos 05 mulheres são espancadas e a cada 10 segundos uma mulher é vítima de estupro. Esses dados alarmantes somados com o fato de as mulheres amargaram as piores estatísticas sociais, como ocuparem os piores postos de trabalho e serem a maioria entre a população pobre, fez com o que o Brasil hoje ocupe a 71ª posição no ranking de igualdade de gênero, segundo o Fórum Econômico Mundial, caindo 09 posições de 2013 para cá. 

Mesmo durante o primeiro governo de uma mulher, infelizmente a realidade que vemos é que o combate à violência machista não veio sendo prioridade e não acreditamos que isso se reverta em seu segundo mandato. Apesar de termos tido alguns avanços muito pontuais, Dilma (PT) já demonstrou que não tem compromisso com a vida das mulheres que são submetidas a essa cruel realidade todos os dias, principalmente com as mulheres trabalhadoras, que por sua falta de recursos ficam submetidas a sua própria sorte.

Uma das consequências do enfrentamento a violência machista não ser prioridade é o baixo orçamento destinado a políticas específicas para as mulheres. No ano de 2012, por exemplo, somente com o pagamento de serviços da dívida pública o governo federal desembolsou cerca de R$ 753 bilhões, o que significa que os gastos do pagamento da dívida foram mais de 3.700 vezes maior que o orçamento de 08 anos destinado ao Programa 0156 – Prevenção e Enfrentamento da Violência contra as Mulheres. 

Em 2013, o governo gastou quase 100 vezes mais em propaganda (R$ 2,3 bilhões) do que investiu no combate a violência contra a mulher (R$ 25 milhões). Enquanto preferiu encher os bolsos dos banqueiros e capitalistas com o pagamento da dívida pública, gastando com propaganda de um Brasil que só existe na televisão, o governo Dilma anualmente investiu apenas R$ 0,26 por mulher para o combate a violência machista, segundo o ILAESE. Isso demonstra claramente quais foram às prioridades desse governo. 

A Lei Maria da Penha, implementada no ano de 2006 após muita luta dos movimentos sociais, tem se mostrado ineficaz para o combate a violência contra a mulher. Segundo dados do IPEA, a taxas de feminicídio foram de 5,28 por 100 mil mulheres antes da lei para 5,22 depois da lei, ocorrendo apenas uma sutil diminuição no ano de 2007, ano seguinte a sua promulgação, retornando aos índices dos anos anteriores. Ou seja, mesmo que a Lei Maria da Penha tenha significado um avanço jurídico ela não saiu do papel, e um dos principais problemas para sua efetivação é a falta de estrutura para sua aplicação. Hoje, apenas 10% dos municípios brasileiros possuem delegacias da mulher (DEAMS) e pouco mais de 1% tem casas-abrigo, cruciais para que as vítimas tenham o mínimo de auxílio. 

Além disso, a distribuição desse tipo de serviço é extremamente desigual, concentrando em apenas alguns estados e centros urbanos. De acordo com o IBGE, apenas 12 estados possuem centros de referência de atendimento exclusivos a mulheres em situação de violência e apenas 15 informaram a existência de casas-abrigo, sem mencionar que a maioria deles funciona forma precária e sem equipe especializada. A falta de prioridade e o baixo orçamento justifica o fato de não termos uma rede efetiva de enfrentamento a violência contra à mulher e mesmo que a mulher denuncie, ela não tem garantia de amparo. No Rio Grande do Sul, por exemplo, 20% das mulheres assassinadas pela violência machista, tinham medida judicial de proteção. 

O Projeto “Mulher Viver sem Violência”, anunciado em março de 2013 onde a presidenta Dilma se comprometeu em investir R$ 265 milhões em dois anos (2013 e 2014) para a construção e manutenção de 27 prédios da Casa da Mulher Brasileira e na ampliação da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, além de campanhas educativas de conscientização entre outras medidas também não saiu do papel. No final de 2014, nenhuma das 27 casas prometidas foram entregues e pouco se avançou nas outras promessas e além de não cumprir, o projeto em si já é insuficiente, pois concentra o atendimento as capitais e a um número restrito de mulheres. 

Para combater a violência contra à mulher é preciso de investimento público. O PIB brasileiro no ano de 2013 alcançou os R$ 4,84 trilhões, porém atualmente apenas R$ 188.841.517 é destinado para a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), órgão responsável pelo enfrentamento a violência contra as mulheres, sendo que deste valor apenas R$ 151.100.000,00 foi efetivado, representando cerca de 0,003% do PIB.  

A partir de muitos estudos e debates, nós do Movimento Mulheres em Luta achamos possível à aplicação de 1% do PIB para políticas de enfrentamento a violência contra a mulher. Com 1% do PIB destinado a SPM, é possível construir um Centro de Referência em todos os municípios brasileiros, considerando que nas cidades maiores deve-se ter um centro para cada 50 mil habitantes, sendo uma porta de entrada para a assistência da mulher e seus filhos, construir centros unitários onde se concentre todos os serviços de atendimento à vítima em todas capitais brasileiras e nas grandes cidades, com referência de um para cada 1 milhão de habitantes. Também é possível estruturar um Sistema Nacional de Notificação, um serviço que centralize todas as informações sobre esse tipo de violência. Hoje esses dados são subnotificados, não tem um padrão de coleta que precise os números da violência machista no país. Além disso, a realização de campanhas educativas massivas nos meios de comunicação, produção de cartilhas entre outros materiais para a conscientização do combate ao machismo e a violência contra a mulher. 

A partir desse abaixo-assinado, o MML quer exigir do poder público medidas efetivas para o combate a violência contra a mulher. Com essa ferramenta queremos dizer que é possível investir 1% do PIB para políticas específicas para as mulheres e apresentar um projeto de combate a violência contra à mulher que considere a segurança e assistência a vitima de violência, com centros de referências, casas-abrigos, delegacias especializadas com estrutura e equipes bem treinadas e que também considere medidas de prevenção como campanhas de conscientização. Para isso é central exigirmos 1% do PIB para políticas públicas específicas para as mulheres, pois sem orçamento não conseguiremos concretizar e dar resposta a essa realidade cruel que vítima milhares de mulheres todos os dias. 

Junte-se ao Movimento Mulheres em Luta na Campanha por 1% do PIB para o combate a violência contra à mulher, sem investimento não enfrentamos a violência machista!



CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O  ABAIXO-ASSINADO - 1% DO PIB PARA O COMBATE A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

  


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

ADCESP REALIZA CURSO DE FORMAÇÃO SINDICAL EM PARCERIA COM ILAESE

A Associação de Docentes da UESPI (ADCESP), Seção Sindical do ANDES SN, realizará um curso de formação sindical nos dias 28 e 29 de novembro. O curso de 'Concepção, Estratégia e Prática Sindical' será ministrado por Daniel Romero, do Instituto Latino Americano de Estudos Socioeconômicos (ILAESE), nos turnos da manhã e da tarde no campus Poeta Torquato Neto, com duração de 16 horas.

O curso é dirigido para a diretoria da ADCESP e filiados à entidade, com breve história dos sindicatos no mundo e no Brasil, a experiência do novo sindicalismo surgido na década de 1980, os Princípios de um sindicalismo classista e combativo, um balanço dos governos do PT, a doença da burocratização dos sindicatos e a Importância da Organização por Local de Trabalho. Tudo isto com muita dinâmica, vídeos, filmes, leitura, debates, etc. 

Por questões de metodologia, as vagas são limitadas. Para se inscrever, os(as) interessados(as) devem entrar em contato com a ADCESP pelo telefone (86) 3213-2300 ou e-mail adcesp@gmail.com.

Participe!



quarta-feira, 3 de setembro de 2014

CONVOCAÇÃO: Grito dos/as Excluídos/as 2014 em Teresina

Grito dos Excluídos: Dia 7 de setembro será realizado em Teresina mais uma edição do Grito dos Excluídos, concentração às 7h da manhã na Assembleia Legislativa, em Teresina. No auditório central da UESPI do Pirajá, no dia 4 de setembro, às 17h30, haverá um debate sobre Reforma Política. A atividade na universidade faz parte da mobilização para o ato no dia 7 de setembro. 


TEMA:  “Ocupar ruas e praças por liberdade e direitos”

A 20ª edição do Grito dos Excluídos, nos remete ao ano de 2013 que mostrou um vasto mosaico de manifestações populares e mal-estar social, juventude crítica e ativa e ocupação de ruas e praças. Para 2014, o desafio é incorporar três temperos de uma mistura explosivamente positiva na construção de um projeto popular para o país – na linha dos debates da 5ª SSB, Estado para que e para quem?; CF- Fraternidade e Trafico Humano. E parafraseando o clima de expectativa em vista da Copa do Mundo e Olimpíadas, não basta assistir das arquibancadas o desenrolar do jogo: é necessário entrar em campo – “ocupar as ruas e praças” – e participar de forma patrioticamente ativa nas decisões, exigir o “padrão Fifa” não só para estádios, infraestrutura e eventos, mas sobretudo para os direitos básicos da população de baixa renda: terra e trabalho, educação e saúde, transporte e segurança, alimentação de qualidade, entre outros. Direitos que se traduzem em condições reais de existência digna e de liberdade como um passo decisivo que vai da exclusão à inclusão social em todos os níveis e graus e garantia de um futuro justo, solidário, sustentável e fraterno.

Para mais informações acesse gritodosexcluidos.org

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

ASSEMBLEIA GERAL: ADCESP inicia discussão estatutária e debate intervenção do EaD na Universidade Estadual

Na manhã de sexta-feira (29), professoras e professores se reuniram em Assembleia Geral Extraordinária no auditório Central do campus poeta Torquato Neto, com pauta principal referente à discussão de alterações no estatuto da ADCESP. Além da pauta estatutária, os e as professoras debateram sobre assuntos relacionados à interferência de projetos do EaD (Ensino à Distância) na instituição, informes jurídicos, e propostas do movimento geral para o semestre.


Mudanças no Estatuto da ADCESP (minuta – discussão inicial)

Foi exposta e realizada uma discussão inicial sobre a minuta de mudanças estatutárias da Associação de Docentes da UESPI.  Haverão mais três assembleias gerais para  discutir destaques de alteração no conteúdo do estatuto. Na terceira e última assembleia será feita a aprovação do novo estatuto com alteração dos pontos que a ele forem sugeridos. Para ter acesso ao estatuto atual clique AQUI. A diretoria aconselha aos associados e associadas a leitura prévia do documento, para que nas próximas assembleias sejam feitas as sugestões de mudança.

Abaixo seguem algumas propostas de alteração – que só serão aprovadas em assembleia convocada para este fim - sugeridas na Assembleia desta sexta-feira (29):
- Mudança de Associação para Sindicato;
- Mudança da sigla ADCESP para SINDUESPI;
- Pequenas alterações na redação de alguns artigos.

A próxima Assembleia Geral está prevista para o dia 09 de setembro, nela também haverá um ponto de discussão sobre mudanças estatutárias. 

Professores em leitura e proposição de alterações no estatuto da ADCESP.


Assuntos Diversos

UESPI em debate: A ADCESP em conjunto com o movimento SOS UESPI está articulando um debate com candidatos ao governo Estadual no mês de setembro. O objetivo é colocar em discussão as propostas dos candidatos e partidos para a Educação Pública no Piauí, com destaque para a Universidade Estadual e Educação Básica.  No dia 17 de setembro, será realizado debate com candidatos e candidata ao Governo do Estado, das 17h30 às 21h, no Auditório Central do campus Poeta Torquato Neto, bairro Pirajá, em Teresina. Em seguida, no dia 18 de setembro, também das 17h30 às 21h a comunidade acadêmica discutirá propostas com candidatos ao Senado. Os convites serão enviados aos comitês e as confirmações publicadas nos meios de comunicação da nossa associação.

ADCESP em pesquisa: A professora Rosângela, do curso de história do campus Clóvis Moura, está trabalhando em projeto de doutorado. O tema da pesquisa busca entender como os professores avaliam nossa associação na relação com a reitoria e governo nas greves entre 2003 e 2012. A doutoranda avisa que séra encaminhado um questionário aos e às professoras efetivas para contribuição na pesquisa.

Informe jurídico sobre os precatórios e ações do adicional por tempo de serviço: Após uma série de conversas com os Juízes das Varas das Fazendas Públicas e com a Corregedoria do Tribunal de Justiça, sugeriu-se que se proceda às execuções dos valores devidos pela UESPI e Estado do Piauí de forma fracionada, acionando ações com grupos de até 05 (cinco) professores, sem a necessidade de recolhimento de custas. O trabalho já está sendo realizado. Importante acrescentar aos professores que não nos entregaram a Ficha Financeira por Matrícula utilizada pelos contadores para efetuarem o cálculo do valor devido, que tal documento se faz indispensável, no entendimento dos Juízes das causas. Além disso, devemos esclarecer que as prioridades para pagamento definidas pela Justiça abrangem os titulares de crédico com idade superior a 60 (sessenta) anos de idade, bem como portadores de doença crônica comprovada através de laudo médico. Em relação aos processos sobre o adicional por tempo de serviço, também no entendimento dos Juízes e da Corregedoria, devemos ajuizar ações com até 05 (cinco) autores, trabalho que já está sendo viabilizado.

Repasses do Encontro Nacional de Educação: A professora Lucineide Barros, que esteve presente no encontro, realizado no Rio de Janeiro no início deste mês, fez alguns repasses e indicou a leitura da Carta do Encontro, elaborada no final do evento. Clique AQUI e acesse a Manifesto do ENE.

Nova sede da ADCESP: Após cerca de quatro meses em reforma, a sede da ADCESP está quase pronta. A inauguração do espaço docente reformado ocorrerá no próximo dia 09, terça-feira, às 17h30, na sede própria da nossa Associação, próxima à Biblioteca Central do campus Pirajá.

Discussão sobre reposição de disciplinas canceladas: Foi dado o repasse de que disciplinas canceladas no semestre passado (2014.1), pela ausência de professores em alguns cursos da universidade, seriam repostas através de aulas à distância, com recursos advindos do EAD. A preocupação que foi colocada em assembleia foi relativa à permanência dessa medida que seria prejudicial e poria em risco o ensino presencial na UESPI. A proposta é que haja debates sobre a ausência de docentes na instituição - que no semestre passado obteve um ônus de mais de 500 disciplinas canceladas -, seguida de discussões sobre os projedos de educação à distãncia e suas interferências no ensino presencial. O movimento SOS UESPI deve se reunir na tarde desta sexta-feira (29) para acordar a data do primeiro debate sobre ausência de docentes na UESPI.

Grito dos Excluídos: Dia 7 de setembro será realizado em Teresina mais uma edição do Grito dos Excluídos, concentração às 7h da manhã na Câmara Legislativa, em Teresina. Na UESPI do Pirajá, no dia 4 de setembro, às 17h30, no auditório Central, haverá um debate sobre Reforma Política como atividade de mobilização para o ato no dia 7 de setembro. 

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Convocação: Assembléia Geral Extraordinária da ADCESP com pauta para mudanças no estatuto


A Diretoria da Associação dos Docentes do Centro de Ensino Superior do Piauí-ADCESP/SSIND, CONVOCA todos os associados, para uma ASSEMBLEIA GERAL a ser realizada no próximo dia 29 de agosto de 2014, sexta-feira, no Auditório Central da UESPI no Pirajá, em primeira convocação às 9h e em segunda convocação às 09h30min, com qualquer número de filiados de acordo com o regimento, para deliberar sobre a seguinte pauta:
  • Informes;
  • Mudanças no Estatuto da ADCESP (minuta- discussão inicial);
  • Assuntos diversos;
  • Encaminhamentos.

Prof. Josinaldo Oliveira dos Santos
Presidente ADCESP – SSIND



terça-feira, 27 de maio de 2014

Nesta quarta, dia de tomar as ruas em defesa da UESPI


Convidamos toda a comunidade universitária e à sociedade piauiense a participar de ato público em defesa da Universidade Estadual do Piauí (Uespi) neste dia 28 de maio (quarta-feira), às 8h30, no centro de Teresina (concentração na Av. Frei Serafim, em frente ao supermercado Bom Preço).

Motivos não faltam para nós das Uespi irmos às ruas neste dia 28, convocado pelo Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior (Andes SN) como o Dia Nacional de Mobilização das Universidades Estaduais e Municipais. O que já estava ruim antes de o governador Zé Filho (PMDB) assumir, piorou agora com o anúncio dos cortes de verbas sofridas pela UESPI, e com a suspensão de vários direitos como promoção e progressão na carreira docente e de servidores técnico-administrativos, além de retirada de gratificações por insalubridade/periculosidade.

Todos estes direitos que foram atacados pelo governo Zé Filho estão garantidos por Lei, nos Planos de Cargos e Salários dos docentes e técnico-administrativos. Além disso, muitos estudantes ainda sofrem com a falta de professores para ministrar disciplinas, isso faltando dois meses para o encerramento do período letivo, segundo calendário da Uespi.
Neste dia 28, vamos sair às ruas e cobrar do governo Zé Filho (PMDB) o pagamento dos direitos que nos são devidos, mais investimentos e autonomia financeira para a UESPI, contratação de professores classificados no último concurso para cargo efetivo, novo concurso, política de assistência estudantil e melhorias gerais para a Universidade.

Participe!

terça-feira, 1 de abril de 2014

Campanha de filiação visita campus Clóvis Moura e convoca docentes para a organização da categoria

Campus Clóvis Moura (Fonte: Internet)

O campus Clóvis Moura, região Sudeste de Teresina, foi visitado na noite desta segunda-feira (31) pela equipe de articulação da campanha de filiação da ADCESP. O campus da UESPI do Dirceu oferta cursos de Geografia, História, Letras Português, Pedagogia, Matemática, Ciências Contábeis, Direito e Administração de Empresas, agregando mais de mil alunos e cerca de 100 professores, entre efetivos e temporários. Um dos principais objetivos da campanha de filiação é somar mais professoras e professores da UESPI, que atuam naquele campus, para as lutas de reivindicação trabalhistas docentes e de melhorias estruturais e de recursos humanos para a universidade.

Sem restaurante universitário e com uma biblioteca que não atende à demanada, o campus não está deslocado da difícil realidade estrutural da Universidade Estadual. Recentemente, também houve impasses quanto a denominação do campus Clóvis Moura enquanto anexo do campus Torquato Neto, gerando uma desconfiança, por parte da comunidade universitária, no que diz respeito a implicações na autonomia financeira e didática do campus.

Mais de 20 professoras e professores chegaram a participar da atividade. Além da reunião com os docentes do campus, houve também passagem em sala e distribuição de material do ANDES, como o Dossiê Nacional sobre a precarização do trabalho docente, e fichas de filiação; convocando as e os professores e professoras para uma organização sindical mais incisiva.

Com a visita, o movimento docente da Universidade Estadual espera um maior envolvimento da categoria docente do campus Clóvis Moura nas reuniões e Assembleias Gerais da ADCESP, levando e trazendo as pautas de reivincação da UESPI dos diferentes campus e polos da universidade. 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Feliz Dia do Professor!

A Associação dos Docentes da UESPI, Seção Sindical do Andes-SN, deseja a toda categoria um Feliz Dia do Professor! Aproveitamos para manifestar nosso apoio à luta dos/as educadores/as de Teresina, do Rio de Janeiro, e de todo o mundo, em defesa da Educação Pública, gratuita e de boa qualidade!

sábado, 16 de março de 2013

Mesmo sem ordem judicial, PMs e fiscais da Prefeitura de Teresina desmontam tenda e recolhem material de acampamento de grevistas




Neste sábado  (16), a prefeitura  de Teresina, com apoio de forte aparato da Polícia Militar, recolheu a tenda, mesas, cadeiras, banheiros químicos, faixas e cartazes do acampamento instalado por ativistas em frente à sede da administração municipal. A ação policial foi executada com o apoio de fiscais da prefeitura, na tentativa de enfraquecer a greve dos servidores municipais que completou hoje 26 dias.

A ação violenta aconteceu por volta das 16h20, quando cerca de 30 policiais saíram de repente de um portão lateral da Prefeitura, juntamente com fiscais, e sem mostrarem qualquer ordem judicial, partiram para o acampamento e arrancaram tudo que viam pelo caminho.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Teresina (Sindserm), Sinésio Soares, a ação foi ilegal, covarde e truculenta. “Não mostraram um único documento que sustentasse essa ação ilegal. Pior, fizeram isso da forma mais truculenta possível, arrastaram uma colega de movimento”, relata Sinésio.

Apesar da ação da polícia e do prefeito Firmino Filho (PSDB), o movimento grevista continua forte, atingindo a Educação, Saúde, dentre outros setores. A diretoria do Sindserm já está providenciando os materiais necessários para montagem do acampamento e ao mesmo tempo convoca ativistas de todos os movimentos sociais a prestar solidariedade à greve dos servidores municipais, reforçando o movimento.

Sinésio Soares afirma que os grevistas não sairão da frente do Palácio da Cidade enquanto o prefeito Firmino Filho não recebê-los para uma nova rodada de negociação. “Essa ação da PM lembra os anos de chumbo, mas o movimento vai continuar e com mais força. O prefeito terá que negociar”, finaliza.

De acordo com Gisvaldo Oliveira, da Coordenação da Central Sindical e Popular - CSP Conlutas - "o prefeito Firmino Filho mostra o quanto é truculento. A resposta dos servidores municipais e dos ativistas dos movimentos sociais é fortalecer a greve e forçar o prefeito a negociar".

Os ativistas vão denunciar os abusos policiais durante a ação na Central de Flagrantes, onde registrarão boletim de ocorrência, exigindo ainda a devolução de todo o material que foi recolhido.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Os professores da UESPI podem grevar. Conheça os Motivos!



Os professores da UESPI podem entrar em greve nos próximos dias. A assembleia geral de quarta-feira (23/05), às 9h, no Pátio do CCN (área dos caixas eletrônicos, campus Torquato Neto) decidirá sobre o assunto.

Não faltam motivos para a luta dos professores:

- Os salários são baixos: o piso do professor especialista (20h) é de apenas R$ 1.071,00. É um dos menores salários iniciais dos servidores estaduais no Piauí. Menor até mesmo que o Piso do Magistério (R$ 1.451,00) para o professor (sem graduação) da rede básica de ensino. Desde março encaminhamos nossa pauta salarial (salário mínimo do DIEESE – R$ 2.324,00 para especialista 20h) mas até o momento nenhuma proposta foi apresentada pelo governo;

- Péssimas condições de trabalho: falta de salas para professor; sobrecarga de trabalho (que pode piorar com a nova resolução de Encargos Docentes); falta de incentivo para desenvolvimento de pesquisa e extensão; falta de política de qualificação (mestrado e doutorado).

SOS UESPI: luta de todos!

Muitas pautas da campanha SOS UESPI, não foram atendidas pelo governo Wilson Martins, que prefere continuar sucateando a UESPI, afetando a vida dos estudantes, técnicos-administrativos e professores. Por isso, todos juntos (professores, técnicos e estudantes) devemos lutar por mais verbas e autonomia universitária para conquistarmos:

- Assistência Estudantil: Restaurante Universitário em todos os campi; mais e melhores bolsas-trabalho e outras políticas para Permanência Estudantil;

- Estrutura e equipamentos: nossos laboratórios são insuficientes e sem equipamentos adequados; bibliotecas são precariamente equipadas, com acervo defasado; salas de aulas apertadas, insalubres; falta a conclusão de obras paradas em vários campi;

- Melhoria salarial dos técnico-administrativos: o Plano de Cargos e Salários está engavetado no Karnak;

 - Efetivação do quadro docente e de técnicos-administrativos: nomeação dos concursados (incluindo os classificados, onde houver necessidade) e realização imediata de novo concurso para professores e técnicos efetivos.

- Fim das terceirizações e das cobranças de taxas.

Todos à luta em defesa da UESPI!

Associação dos Docentes da UESPI – ADCESP (Seção Sindical do Andes SN)
Central Sindical e Popular – CSP Conlutas