terça-feira, 18 de dezembro de 2018

CONFRATERNIZAÇÃO 2018 | PRAZO PARA ENTREGA DOS EXIBÍVEIS PRORROGADO ATÉ O DIA 20 DE DEZEMBRO

A ADCESP informa que o prazo para entrega dos exibíveis foi prorrogado até o dia 20 de dezembro, na sede do sindicato. Cada associado tem direito a levar um acompanhante, mas caso queira levar mais de um, pode solicitar acompanhante extra, mediante pagamento de uma cota adicional de R$ 60,00.
Reforçamos o convite a todos os (as) e associados (as) para celebrar mais um ano de muitas lutas e conquistas para nossa categoria.




quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

DOCENTES DE OEIRAS REALIZAM ATIVIDADES DURANTE DIA DE PARALISAÇÃO NACIONAL CONVOCADO PELO ANDES


Na semana passada, professores e estudantes do Campus Possidônio Queiroz, na cidade de Oeiras, realizaram uma série de atividades abordando temas como o projeto Escola sem partido, os 30 nos da Constituição Federal e a Reforma da Previdência.

As atividades fazem parte do dia nacional de paralisação puxado pelo ANDES e aprovado na assembleia da ADCESP. De acordo com o Professor Harlon Lacerda, estiveram envolvidos nas atividades professores do Campus de Oeiras em parceira com a regional do SINTE e o SINTEMO.

“Além desses temas, também realizamos debates sobre o fascismo numa perspectiva história e estética, debatendo o filme A Onda”, afirmou o professor.

Os espaços contaram com uma boa participação da comunidade acadêmica e também de outras categorias. “Nós iremos promover ainda outras ações de formação política aqui no campus pra incentivar a participação de todos”, finaliza o professor Harlon.


DITADURA NUNCA MAIS: AS MARCAS QUE FICAM APÓS 50 ANOS DO AI-5


Treze de dezembro de 1968, um dia fatídico sob a ditadura militar brasileira. Foi decretado o AI-5 (Ato Institucional número 5).  Assinado pelo general Artur da Costa e Silva, o ato permitiu uma série de medidas de exceção no país. Entre elas, autorizar o presidente a fechar o Congresso Nacional, a cassação de mandatos parlamentares, a intervenção em estados e municípios, a suspensão de direitos políticos de qualquer cidadão por até dez anos e a suspensão da garantia do habeas corpus.

Estava institucionalizada a repressão política durante a ditadura militar. “É preciso lembrar que o golpe começou com um ato chamado número 1, em 1964, quando foram presas cem pessoas. Dessas, 23 eram trabalhadores, sindicalistas ou deputados. O AI-5 representou a consolidação do regime militar quatro anos depois”, resgata o diretor do IIEP (Informação, Intercâmbio, Estudos e Projetos) Sebastião Neto.

O Congresso Nacional foi fechado após o anúncio do ato. O ex-presidente Juscelino Kubitschek foi preso ao sair do Teatro Municipal do Rio de Janeiro e levado para um quartel em Niterói, onde permaneceu por vários dias. O governador Carlos Lacerda foi preso no dia seguinte pela PM da Guanabara, libertado após uma semana em greve de fome.

Dezessete dias depois, em 30 de dezembro, foi divulgada a primeira lista de cassações, com 11 deputados federais. A segunda lista, de 19 de janeiro de 1969, incluiu dois senadores, 35 deputados federais, três ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e um ministro do STM (Superior Tribunal Militar).

Três meses desde a edição do AI-5, a repressão estava generalizada. Sessenta e seis professores foram expulsos das universidades. Artistas começavam a ser presos, entre eles Caetano Veloso e Gilberto Gil. A imprensa figurava com a presença de censores nas redações e emissoras de TV.

A insegurança pairava no país. Qualquer cidadão poderia ser preso por sessenta dias, dez dos quais deveriam permanecer incomunicáveis – eram nesses dias que sofriam torturas.

Ao todo, 333 políticos têm seus direitos políticos suspensos somente no ano de 1969. Foram 78 deputados federais, cinco senadores, 151 deputados estaduais, 22 prefeitos e 23 vereadores. O Congresso só seria reaberto em outubro daquele ano, após permanecer fechado por dez meses; reabriu para a eleição indireta do general que seria o próximo presidente e responsável pelos anos ainda mais sombrios da ditadura militar brasileira: Emílio Garrastazu Médici.

A repressão que viria com o AI-5 já havia sido anunciada na prisão em julho de 1968, em Ibiúna, no interior de São Paulo, onde foram presos mais de mil estudantes que participavam do congresso clandestino da UNE (União Nacional dos Estudantes).

Trabalhadores rurais também já estavam sendo perseguidos devido suas mobilizações por reforma agrária. De acordo com documento da CPT (Comissão Pastoral da Terra), entre 1962 e 1989, 1.566 trabalhadores rurais foram assassinados. Ainda que não diretamente pelos militares, mas também por proprietários de terras respaldados pela política da repressão às lutas.

Segundo o 3° Programa de Direitos Humanos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, publicado em 2010, estima-se que 20 mil brasileiros e brasileiras tenham sido submetidos à tortura de 1964 a 1985. Nesse mesmo período, em torno de 434 cidadãos foram mortos ou dados como desaparecidos, 7.000 acabaram exilados e 800 foram julgados como presos políticos.

A classe trabalhadora, embora muitos não saibam, foi alvo do processo repressivo. Perseguições, demissões, prisões, tortura e morte foram reservadas para os que o regime desconfiasse que promoveriam a organização e resistência da classe. As empresas foram importantes colaboradoras na repressão montando listas com os nomes dos trabalhadores atuantes. Listas essas que os impediam de conseguir um novo emprego depois de demitidos, além das perseguições sofridas.

Antes mesmo da instauração do AI-5, no início do golpe militar, as organizações de classe sofreriam inúmeros ataques.  De acordo com o relatório do Grupo de Trabalho 13, dos trabalhadores, para a Comissão Nacional da Verdade, em 1964, 409 sindicatos e 43 federações sofreram intervenção militar e entre 1964 e 19770, foram 536 intervenções em sindicatos, federações e confederações.

O AI-5 contou com mais 12 atos institucionais, 59 atos complementares e oito emendas constitucionais que impediram as manifestações e grandes lutas no Brasil até 1978, ainda que não tenham deixado de existir.

“É importante resgatarmos sempre essa história, principalmente a repressão que aconteceu aos trabalhadores, que ficou escondida. Perseguições, demissões, prisões e torturas fazem parte da história de muitos que do local do trabalho resistiram à ditadura. Sobretudo, é importante conhecermos a história porque métodos militares nos locais de trabalho, como a repressão à organização e às lutas, continuam a ser implantados no Brasil e é preciso rechaçá-los”, afirmou o membro da SEN (Secretaria Executiva Nacional) Luiz Carlos Prates, o Mancha, um dos responsáveis pela atuação da Central no Grupo de Trabalho 13, dos trabalhadores, na Comissão nacional da Verdade.


FONTE: CSPCONLUTAS.ORG.BR


SEMINÁRIO SOBRE REFORMA DA PREVIDÊNCIA, DIA 14/12


Amanhã (14/12), a ADCESP soma forças a outras 8 entidades sindicais para fortalecer as categorias na luta contra a reforma da previdência. A partir das 14h acontece, no auditório do SINDESPI (Rua 19 de Novembro, 160 – Centro), o Seminário sobre a Reforma da Previdência para debater as mudanças propostas pelo atual governo de Michel Temer (MDB) e do próximo de Jair Bolsonaro (PSL).






Querem acabar com a aposentadoria

Passadas as eleições, o governo Temer, o Congresso e até mesmo o presidente eleito Jair Bolsonaro estão falando em fazer urgentemente a Reforma da Previdência. O discurso é o mesmo de sempre: “que a Previdência está quebrada”, de que “é preciso equilibrar as contas públicas”, que “se não houver reforma a Previdência quebra”.

São falsos argumentos para enganar a população e impor uma reforma que, na prática, só penaliza os trabalhadores.

Enquanto isso, eles mantêm seus privilégios, como as isenções às empresas e aumento nos salários, como o que foi dado aos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Para isso, eles têm dinheiro!

Bolsonaro tem ido a Brasília para discutir a transição de governo e a principal discussão tem sido como aprovar a reforma. Vão tentar fazer alguma coisa ainda esse ano, mas se não colar, em 2019 eles voltarão à tona com carga total, com uma reforma turbinada.

As propostas em discussão são várias, mas uma coisa têm em comum: todas representam graves ataques à aposentadoria e aos direitos previdenciários.

Temos de nos preparar e nos organizar desde já, pois eles vão vir com chumbo grosso contra os trabalhadores.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

EM MANIFESTAÇÃO, ESTUDANTES DA UESPI COBRAM MAIS INVESTIMENTOS PARA A UNIVERSIDADE

Na última quarta-feira (12/12), estudantes do Centro de Ciências da Saúde (CCS/FACIME) realizaram manifestação no centro de Teresina, denunciando a situação de precariedade do campus, a falta de professores e atraso no pagamento de bolsas estudantis. A ADCESP somou força ao movimento encabeçado pelos estudantes.

Os estudantes denunciam que, só o curso medicina perdeu mais de 10 professores nos últimos 4 anos. “Essa situação está comprometendo várias matérias, como pediatria que só temos aulas teóricas e nenhuma prática”, afirma o estudante Jonatas Dias, do Centro Acadêmico de Medicina.

Os estudantes foram pra rua depois de inúmeros problemas acumulados, desde a falta de professores até condições estruturais. “Nosso orçamento é insuficiente para garantir professores em sala de aula, práticas em laboratório e técnicos nos acompanhando. Além disso o orçamento nunca é cumprido, por falta de autonomia financeira”, afirma Jonatas.

A Coordenadora Geral da ADCESP, Rosângela Assunção, participou do ato público que culminou em uma manifestação na Assembleia Legislativa. “O orçamento para 2019 ainda está em discussão na ALEPI e, por isso, esse movimento é muito importante no sentido de garantir mais verbas para nossa universidade. É preciso pressionar os deputados e o governo do estado”, afirma.





Os estudantes seguem mobilizados e a categoria docente também! Unidos em defesa da UESPI! #SOSUESPI











sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

ADCESP CONVIDA TODA A CATEGORIA PARA CONFRATERNIZAÇÃO DE FIM DE ANO

A ADCESP tem o prazer de convidar os (as) e associados (as) para celebrar mais um ano de muitas lutas e conquistas para nossa categoria. 

IMPORTANTE: Os exibíveis serão entregues entre os dias 10 e 18 de dezembro, na sede do sindicato. Cada associado tem direito a levar um acompanhante, mas caso queira levar mais de um, pode solicitar acompanhante extra, mediante pagamento de uma cota adicional de R$ 60,00. 





Local: Espaço Casa Buffet - Rua Polidório Bulamarque, 2143 - Parque Ideal (Dirceu). 
Dia: 21 de Dezembro
Hora: a partir das 20h

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

CATEGORIA ELEGE DELEGADOS(AS) AO CONGRESSO DO ANDES-SN E APROVA ALTERAÇÕES NO REGIMENTO DA ADCESP


Em Assembleia Geral, realizada na última terça-feira, 04 de dezembro, docentes da UESPI debateram a cerca da escolha de delegados para o Congresso do ANDES, que será realizado entre os dias 28 de Janeiro e 02 de Fevereiro de 2019 (em Belém/PA), processo Transferência, Remoção e Designação dos docentes e sobre as propostas de alteração do regimento da ADCESP e aprovação do Regimento da Coordenação Regional.

A ADCESP tem direito a enviar até 5 delegados ao Congresso Nacional do ANDES-SN. Diante das dificuldades financeiras ocasionadas pelo não repasse regular das contribuições sindicais por parte do Governo do Estado, a categoria aprovou o envio de apenas três delegados. Os (as) professores (as) Rosangela Assunção, Marcelo Regis e Lucineide Barros foram eleitos (as) delegados (as) titulares ao congresso, representando a ADCESP. Ainda foram eleitos dois suplentes, os professores Harlon Larcerda e Daniel Solon.

Diante de informações que chegaram ao sindicato de eventuais irregularidades nos processos de Transferência, Remoção e Designação dos docentes, a categoria aprovou o pedido de audiência com a reitoria da UESPI, a fim de solicitar informações e explicações a cerca desses processos, sobretudo, nos campi do interior do estado.

A respeito das propostas de alteração do Regimento da ADCESP, o debate aconteceu no sentido de fazer uma adequação no Regimento para viabilizar o processo de criação e eleição das coordenações regionais. Vale ressaltar que o regimento ainda será submetido a provação do ANDES, durante o Congresso Nacional.