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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Paralisação docente na UESPI nesta quarta-feira, 11 de novembro!

Urgente! Urgente!

Paralisação nesta quarta-feira, 11 de novembro!

Hora de lutar em defesa da UESPI e de nossos direitos!

O governo Wellington Dias/PT está cortando verbas da UESPI, piorando o que já estava ruim em nossa Universidade. Tudo isso para dar mais dinheiro aos banqueiros, empreiteiras e deputados.

O governo proibiu contratações e renovações de contrato de professores, de bolsistas e cortou as monitorias remuneradas dos estudantes.

O governo não paga o reajuste previsto em lei, e nem implementa as mudanças de nível, mudanças de classe e regime de trabalho. E ainda está atacando o direito ao uso do PLAMTA, com cobrança ilegal e abusiva.

Para piorar, o campus está abandonado, sem segurança.
Chega de descaso e abandono.

É hora de exigir que o governo garanta a execução completa do orçamento deste ano e garanta mais verbas e autonomia para a Uespi em 2016.

Hora de dizer não aos cortes nas verbas da UESPI e exigir que o governo respeite os nossos direitos!

Não pagaremos pela crise!

Todos à luta!


quinta-feira, 7 de março de 2013

Justiça condena UESPI e governo a pagarem danos morais devido ao corte irregular nos salários docentes

Até o momento, quatro docentes que tiveram salários cortados no período da greve de professores na UESPI ganharam, na Justiça, indenizações por danos morais. As ações foram movidas pelos próprios professores da UESPI que se sentiram prejudicados pelos cortes.

As decisões judiciais, de 1ª instância, foram proferidas no final de fevereiro, e representam uma vitória importante de toda a categoria, contra os abusos cometidos pela reitoria da UESPI e governo, ao retaliarem a justa greve docente realizada em agosto de 2012.

Os valores das indenizações por danos morais variam de R$ 2 mil a R$ 3 mil. Mais de 200 professores que tiveram corte de salário indevido também poderão ser beneficiados. Embora os valores das indenizações estejam bem abaixo do que foi reivindicado pelos docentes, a condenação da reitoria e governo do Estado a pagarem por danos morais é uma decisão importante, que deve coibir arbitrariedades em possíveis movimentos grevistas futuros. Os cortes salariais foram feitos sem qualquer critério, afetando até mesmo professores que estavam afastados da UESPI para tratamento médico.

Os salários cortados indevidamente pelo governo e reitoria foram devolvidos em dezembro, após mobilização da ADCESP e mediação de acordo por parte do Ministério Público Estadual. Mas a devolução não cessou o direito à indenização por danos sofridos. Além de danos morais, houve prejuízos materiais, como cobrança de juros sobre contas de cartões de crédito, financiamentos bancários, aluguel, dentre outros.

Além disso, a devolução, por não ter sido feita em folha suplementar específica para tal fim, acabou resultando em sobretaxação de imposto de renda para vários professores. Tendo em vista esse prejuízo, a assessoria jurídica da ADCESP está estudando a forma de solicitar, à Justiça, indenizações pelas perdas salariais sofridas pelo aumento da cobrança de imposto de renda.

Os professores que tiveram salários cortados no período da greve, se estiverem interessados em ingressar com ações reivindicando indenizações por danos morais e materiais, devem entrar em contato com a assessoria jurídica da ADCESP, que acompanhou os quatro professores já tiveram a vitória judicial em 1ª instância.

ADCESP
(86) 3213-2300

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Governo se compromete a devolver salários da categoria docente cortados indevidamente

ADCESP convoca assembleia geral docente na UESPI para quarta-feira, às 9h

Na audiência realizada na manhã desta segunda-feira (29), no Ministério Público Estadual, sobre o corte ilegal de salários dos docentes que fizeram greve na Universidade Estadual do Piauí (UESPI), o Procurador do Estado do Piauí, Luiz Gonzaga Viana Filho, afirmou que o governo do Estado se compromete em repor o que foi descontado no vencimento dos professores em folha suplementar ou até a emissão da próxima folha de pagamento.


A audiência foi chamada pelo promotor de Justiça, Fernando Santos, que avisou: se as investigações do Ministério Público Estadual concluírem que houve abuso ou ilegalidade no corte dos salários dos professores, o reitor da UESPI será responsabilizado pelas irregularidades dos descontos, que atingiram até mesmo professores afastados por licença médica. O pró-reitor Francisco Canindé Dias Alves representou a Administração Superior na audiência.

Além do pagamento dos salários cortados, durante a reunião, a presidente da Associação dos Docentes da UESPI (ADCESP), Lina Santana, cobrou o fim das perseguições e tentativa de criminalização das lutas promovidas por estudantes e professores. A presidente da ADCESP reivindicou a extinção da sindicância aberta para apurar a participação da comunidade universitária no ato de ocupação da reitoria, recentemente. O professor Canindé Alves afirmou que o reitor submeterá o pedido de extinção da sindicância aos membros da Administração Superior.

Sob pressão do Ministério Público, pocurador Luiz Gonzaga Filho firma compromisso do estado na devolução  dos salários dos docentes da uespi cortados ilegalmente.

Para a diretoria da ADCESP, o resultado da audiência pública foi bastante positivo e reflete a pressão exercida por toda a comunidade universitária, que se mobiliza em assembleias gerais e na articulação com entidades dos movimentos sociais que estão dando apoio contra o autoritarismo do governo estadual e reitoria. Na semana passada, a Assessoria Jurídica da ADCESP conseguiu liminar impedindo novo corte de salário na folha de pagamento referente ao mês de setembro, que ameaçava ser feito na folha de pagamento fechada no mês de outubro.

ASSEMBLEIA GERAL – Na próxima quarta-feira, às 9h, haverá nova assembleia geral da categoria docente, no pátio dos caixas eletrônicos (CCN/campus Torquato Neto). Em pauta, informes sobre as negociações com governo e reitoria, campanha SOS UESPI (tendo o orçamento UESPI 2013 como um dos pontos), dentre outros assuntos de interesse da categoria.

 

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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Audiência no Ministério Público discutirá cortes nos salários da categoria docente


Nesta terça-feira (23), às 10h, no Ministério Público Estadual, haverá audiência convocada pelo promotor de Justiça, Fernando Santos, sobre o corte de salário dos professores da UESPI, medida essa que prejudicou centenas de docentes neste mês, em retaliação à greve da categoria. Na manhã desta segunda-feira, foi realizada panfletagem na entrada do Campus Torquato Neto, convidando a comunidade universitária a participar da atividade.


   

Na ocasião deverá ser debatido, também, a sindicância de caráter punitivo instaurada a mando do Reitor Carlos Alberto(PT) para intimidar e criminalizar estudantes e professores que participaram do ato de ocupação da Reitoria no dia 27/08, decorrido em resposta a ausência de negociação por parte dos gestores.  A ADCESP entende estas medidas como fruto de um processo de criminalização dos movimentos sociais que desrespeita não somente os/as trabalhadores/as como toda a construção histórica de mecanismos de defesa da população oprimida e explorada, por isso, a presença das entidades/organizações comprometidas com os/as trabalhadores torna-se fundamental para a reafirmação dos direitos constitucionais.   

Governo do Estado e Reitoria foram convocados para dar esclarecimento sobre os descontos nos salários, todos eles arbitrários, e que atingiram também professores afastados para tratamento médico, até mesmo docentes que não fizeram greve. O corte dos salários aconteceu no mês em que se "comemora" o Dia do Professor e o Dia do Servidor Público. Tal medida está trazendo diversos problemas familiares entre os docentes da UESPI, desde a impossibilidade da compra de alimentos, a compra de medicamentos, e expõe a política de desvalorização e precarização do trabalho docente implementada pelo governo do Estado e Reitoria.

A Associação dos Docentes da UESPI (ADCESP) convida a categoria docente para participar da audiência no Ministério Público (rua Álvaro Mendes nº 2294, centro) para fortalecer a luta pela devolução imediata do que foi descontado em nossos salários. Vale lembrar que a categoria docente aprovou uma série de encaminhamentos para denunciar o autoritarismo do governo e reitoria da UESPI, entre eles, a não reposição de aulas (do período da greve) caso a política de corte salarial seja mantida. 

Todos à luta!!!


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