sexta-feira, 10 de agosto de 2018

DIA DO BASTA EM TERESINA REÚNE CENTENAS DE TRABALHADORES E ESTUDANTES NO CENTRO DA CAPITAL

Hoje pela manhã, a coordenação estadual da UESPI e docentes da base da categoria somaram força ao DIA DO BASTA em Teresina. Um dia nacional de lutas e mobilizações em defesa do emprego, da aposentadoria e dos direitos trabalhistas!

Aqui, a concentração foi na Praça Rio Branco e reuniu centenas de trabalhadores, estudantes, movimentos sociais, populares e sindicais.

O Professor Antônio Dias, coordenador de comunicação da ADCESP, denunciou o descaso do Governo Wellington Dias/PT com a universidade que pode iniciar o segundo semestre com quase 500 disciplinas sem professores.

"É preciso dizer que tanto na educação básica como na educação superior, o governador trata a educação pública com descaso. Então, precisamos gritar Fora Temer, mas também Fora Wellington Dias", afirma.

Independente do calendário eleitoral, o momento exige que os trabalhadores se organizem e fortaleçam a resistência, pois os ataques e as reformas, como da Previdência, seguirão neste ou no próximo governo.








terça-feira, 7 de agosto de 2018

OS TRABALHADORES TÊM MOTIVOS DE SOBRA PARA PROTESTAR NESTA SEXTA (10/8), DIA DO BASTA. SAIBA QUAIS SÃO





A grave crise social no Brasil tem tornado a vida dos trabalhadores e da população pobre cada vez mais difícil.

O desemprego é um drama que já atinge 28 milhões de brasileiros(as) e pesquisas revelam que as poucas vagas que estão sendo criadas são precárias, e a causa é a Reforma Trabalhista aprovada pelo governo Temer e o Congresso.

Os combustíveis e o gás de cozinha seguem tendo aumentos abusivos. Há ainda o sucateamento cada vez maior dos serviços públicos, privatizações que entregam o patrimônio nacional e constantes medidas dos governos e empresários que atacam os direitos e as condições de vida do povo.

É preciso dar um basta nessa situação! Independente do calendário eleitoral, o momento exige que os trabalhadores se organizem e fortaleçam a resistência, pois os ataques e as reformas, como da Previdência, seguirão neste ou no próximo governo.

A greve dos caminhoneiros foi uma grande luta que parou o país e colocou em xeque o corrupto governo Temer. Em vários países, como o Haiti, Nicarágua, Argentina e França, sob os mesmos ataques, os povos também estão tomando as ruas. Este é o caminho!

As centrais sindicais brasileiras convocaram um Dia Nacional de Paralisação e Manifestações para esta sexta-feira, 10 de agosto.  Será um dia de mobilização em todo o país, com paralisações e protestos nos locais de trabalho e manifestações para dizer basta a essa situação.

Motivos não nos faltam. Confira, some-se a essa luta e mobilize-se neste dia.


DESEMPREGO E DESALENTO
Falta trabalho para 28 milhões de brasileiros. Sem a menor chance de conseguir emprego, muitos desistiram até mesmo de procurar uma vaga. É cada vez maior o número de jovens que não estudam, nem têm emprego. Essa situação é resultado da política econômica dos governos.


COMBUSTÍVEL E GÁS DE COZINHA
Para favorecer seus acionistas, a Petrobras passou a praticar uma política de reajustes diários dos combustíveis, o que elevou os preços de forma absurda. A gasolina pode ser encontrada por até R$ 5.  O gás de cozinha chega a ser encontrado por R$ 80 e muita gente voltou até a cozinhar com álcool, o que aumentou os acidentes com queimadura no país.


REFORMA TRABALHISTA
Governo e os empresários falavam que a reforma era para gerar empregos, mas ocorreu exatamente o contrário. Além de não gerar novas vagas, a reforma está impondo baixos salários, menos direitos e piores condições de trabalho. Foram mais de 100 mudanças na legislação e só com luta os trabalhadores estão evitando os ataques.


CAOS NOS SERVIÇOS PÚBLICOS
Enquanto a corrupção continua correndo solta, o governo aprova leis para cortar investimentos públicos e atacar os servidores, como a lei do “teto dos gastos” e pacotes de ajustes fiscal. Com isso, os serviços públicos seguem sem recursos e enfrentam o caos. Por isso, não há dinheiro para a saúde, educação, saneamento básico e moradia.


REFORMA DA PREVIDÊNCIA
A luta conseguiu impedir que Temer avançasse para colocar em votação a Reforma da Previdência antes das eleições. Mas esse brutal ataque não saiu dos planos dos poderosos. Os banqueiros seguem exigindo que o próximo governo, seja quem for, aprove essa medida.


REPRESSÃO E OPRESSÃO
A crise social e a violência atingem os mais pobres e ainda mais os setores oprimidos, mulheres, negros(as) e LGBTs.  Com a piora nas condições de vida e a revolta cada vez maior do povo, o governo tenta se precaver, aumentando a repressão. É por isso que vemos medidas como a intervenção militar no Rio de Janeiro, repressão às lutas e um verdadeiro genocídio nas periferias, principalmente de jovens negros.


FALTA DE MORADIA
O déficit habitacional e a concentração fundiária no Brasil agravam cada vez mais a situação nas cidades e no campo. Aos movimentos popular e do campo só resta ir à luta e não à toa crescem as ocupações, retomadas de território etc.


PRIVATIZAÇÕES
Temer e o Congresso querem entregar todo o patrimônio nacional para o setor privado. São estatais estratégicas, como a Petrobras, Eletrobras, Correios, Banco de Brasil, entre outras. Além de ameaçar a soberania nacional, vai significar aumento de preços e piora no atendimento à população.


NOSSAS BANDEIRAS DE LUTA:

Em defesa dos empregos e direitos!
Abaixo as reformas Trabalhista e da Previdência e a Lei das Terceirizações!
Fim da política de reajustes da Petrobras! Pela redução do preço dos combustíveis e do gás de cozinha!
Não às privatizações da Petrobras, Eletrobras e outras! Não à venda da Embraer para a Boeing!
Abaixo a lei do “teto dos gastos” e os pacotes de ajuste fiscal dos governos!
Não à criminalização das lutas! Fim do genocídio nas periferias!
Por uma Greve Geral! Fora Temer e todos os corruptos!
Não ao pagamento da Dívida Pública aos banqueiros!


Fonte: CSP Conlutas (http://cspconlutas.org.br)

sábado, 4 de agosto de 2018

FALTA DE DOCENTES E DEMORA PARA NOMEAÇÃO É TEMA DE REUNIÃO COM MP-PI

Na última sexta-feira, 03, a coordenação estadual da ADCESP esteve reunida com o Promotor Fernando Santos, do Ministério Público Estadual (MP-PI), para tratar sobre a demora na nomeação dos aprovados e aprovadas no concurso da UESPI, homologado no início de julho.

A professora Rosângela Assunção, coordenadora geral da ADCESP, explanou a realidade atual da universidade e a preocupação com o início do segundo semestre de 2018, que está marcado para o dia 20 de agosto.

"Hoje são 55 disciplinas sem professores e 13 denegados por falta de professores efetivos. Caso os aprovados não sejam convocados imediatamente o número de cursos denegados deve subir para 30, sem contar os cursos em que a documentação é válida somente até o final do ano", afirma Rosângela.

A professora Janayna Passarinho, aprovada para o curso de Ciências da Computação no Campus de Piripiri também participou da reunião e demonstrou preocupação com relação a demora na nomeação. "O curso em Piripiri tem apenas um professor efetivo e o concurso disponibilizou 4 vagas. Se a nomeação não for realizada logo, o curso inicia o segundo semestre irregular", afirma.

O Promotor Fernando Santos explicou que desde 2016 discute e convoca a administração superior da UESPI e o Governo do Estado para tratar sobre a necessidade de realização de concurso público para a instituição e de um número vagas maior que o proposto pelo governo na época, mas tanto o governo quanto a reitoria não se mostraram abertos a atender as recomendações do Ministério Público. O resultado é o que estamos vendo hoje: mesmo a convocação dos aprovados neste concurso não será suficiente para suprir a demanda existente na universidade.

O Promotor recebeu as denúncias e preocupações da ADCESP e se comprometeu em estudar o caso e analisar quais providências podem ser tomadas a curto, médio e longo prazo.




quinta-feira, 2 de agosto de 2018

EM REUNIÃO COM ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR, ADCESP PEDE COBRANÇA PARA NOMEAÇÃO DE PROFESSORES

Na última terça-feira, a Coordenação Estadual da ADCESP se reuniu com representantes da Pró-Reitoria de Ensino e Graduação da Universidade Estadual do Piauí (PREG) para tratar da situação dos cursos denegados e da contratação dos/as docentes aprovados no concurso para professor efetivo da instituição, homologado no início do mês passado.

Na ocasião a professora Rosângela Assunção, coordenadora geral da ADCESP questionou a Pró-reitoria sobre as medidas que a Universidade estada tomando diante da demora na nomeação dos/ professores/as. Além de solicitar um relatório completa com a situação atual dos cursos.

“Sobre o concurso fomos informados apenas que a reitoria enviou uma solicitação de audiência ao governo do estado e que está aguardando resposta. A nossa avaliação é que é necessário mais que isso, já que a universidade pode ter ainda mais cursos denegados em agosto, caso os novos professores não sejam nomeados”, afirma a coordenadora.

Foi exatamente esse outro ponto da reunião, onde a ADCESP solicitou um relatório sobre a situação dos cursos em situação irregular. Atualmente a universidade tem 13 cursos denegados pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e em agosto e dezembro vencem a documentação de diversos cursos que, assim com os 13 denegados, têm carência de professores.

“Ou seja, uma situação gravíssima que exige de nós posturas mais firmes. É preciso que tanto a categoria docentes, que luta por uma universidade pública de qualidade, quanto a administração superior da universidade façam uma cobrança mais forte ao Governo do Estado, que até o momento não deu nenhuma sinalização quanto a nomeação dos/as docentes”, finaliza

Vale ressaltar que a instituição já encaminhou toda a documentação do concurso nos prazos corretos, resta agora o governo se manifestar para efetivar a nomeação.

quinta-feira, 26 de julho de 2018

ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES DA UESPI COBRA NOMEAÇÃO DOS APROVADOS NO CONCURSO PARA PROFESSOR EFETIVO


No início do mês de julho foi homologado o resultado final do concurso para professor efetivo da Universidade Estadual do Piauí – UESPI, entretanto, faltando poucos dias para o início do segundo semestre do período letivo de 2018, o Governo do Estado ainda não convocou os aprovados e sequer apresentou uma data para a convocação.

A Associação dos Docentes da UESPI (ADCESP), de forma preventiva, enviou oficio ao GOVERNADOR WELLINGTON DIAS/PT cobrando a imediata nomeação dos aprovados e alertando sob os graves danos a qualidade e desempenho dos cursos caso esses professores não sejam convocados urgentemente.

“Estamos com 275 disciplinas sem professores, 13 cursos denegados e centenas de estudantes sem saber se vão conseguir concluir o ensino superior na UESPI. É um cenário de desmonte da educação pública, de ataques a direitos básicos e que o governador vem tratando com total descaso”, afirma Rosângela Assunção, diretora geral da ADCESP.

Para a ADCESP, o concurso da UESPI foi pouco atrativo e, por esse motivo, não conseguiu sequer suprir todas as vagas disponíveis. Das 197 vagas abertas, apenas 167 foram preenchidas e outros 26 ficaram classificados.

“Por isso, reivindicamos a realização de um novo concurso urgente, já que esse concurso não foi suficiente para suprir a demanda de professores efetivos da instituição. Reivindicamos, de imediato, que os concursados aprovados e classificados devem ser urgentemente convocados sob pena inviabilização de diversos cursos e campi da UESPI”, finaliza a professora.





segunda-feira, 16 de julho de 2018

NOMEAÇÃO IMEDIATA DOS APROVADOS NO CONCURSO PARA DOCENTES EFETIVOS

A UESPI não pode mais esperar! A falta de professores é um problema gritante que hoje afeta pelo menos 275 disciplinas em todo o estado, além de vários cursos denegados e outros com forte ameaça de denegação. Estudantes inseguros, sem saber se vão concluir seus cursos. Passados mais de 5 anos sem concurso público na universidade, o processo finalmente foi encerrado no início desse mês, mas agora é preciso que o governo cumpra o prometido e convoque imediatamente os novos docentes da UESPI.

Infelizmente, mesmo com a realização desse concurso, nem todas as vagas foram preenchidas e cursos em Oeiras, Floriano e São Raimundo Nonato devem continuar sem professores efetivos suficientes. Por isso é necessário, além da nomeação imediata dos aprovados, a abertura de um novo edital de concurso para preenchimento das vagas remanescentes.

sexta-feira, 29 de junho de 2018

DOCENTES DA UESPI APROVAM MANUTENÇÃO DO ESTADO DE GREVE

Docentes da Universidade Estadual do Piauí, atendendo ao chamado da ADCESP, realizaram uma Assembleia Geral, dia 28 de junho de 2018, às 9h, no Campus Poeta Torquato Neto, para discutir a proposta de reajuste apresentada pelo Governo do Estado. Segue, abaixo, os encaminhamentos aprovados:

1 – Que a ADCESP se aliar a outras categorias sindicais para, conjuntamente, buscarem uma audiência com o TRE-PI, oportunidade em que as instituições sindicais entregariam um pedido/requerimento/petição ao TRE indagando sobre as normativas legais para baixar concessão de reposição e aumento salarial, por parte do poder executivo aos servidores públicos;

2 - Aprovada Moção de Repúdio ao Governador Wellington Dias/PT e à Assembleia Legislativa, diante dos atos de agressão e ataques aos servidores públicos da rede estadual de educação;

3 - Ampliar o contato com outros sindicatos em mobilização e organizar uma campanha conjunta contra os TRAIDORES DO POVO, deputados que estão votando na Assembleia Legislativa contra os interesses dos trabalhadores; 

4 – Considerando que o Governo e Deputados aprovaram reajuste que, além de não contemplar os professores temporários, concede apenas 2,95% de recomposição, em desacordo com a proposta apresentada pela ADCESP, a categoria docente aprovou a manutenção do ESTADO DE GREVE.